Merecem sim, serem de uma vez silenciados


Quando um imã proclama abertamente que o Islão foi enviado para dominar o mundo, para erradicar todas as outras religiões, e que se for necessário lutar, então lutaremos, não está a falar de fé: está a declarar de guerra à coexistência pacífica.

E, no entanto, sempre que alguém se atreve a criticar estas malditas ideias, surge a acusação automática de "islamofobia".

De repente, quem denuncia torna-se o problema, enquanto quem afirma que o mundo deve submeter-se ou morrer finge ser a vítima.

Respeitamos (???? - tenho as minhas dúvidas se merecem esse respeito) as pessoas, sim. Mas não vamos transformar uma ideologia violenta em algo intocável só porque se esconde atrás do nome de Deus.

Se um partido ou movimento político dissesse a mesma coisa, a maldita seita islamo-wokista do costume chamar-lhe-ía fascismo sem pensar duas vezes.

O silêncio é o seu melhor aliado. Falar com clareza é a única forma de defender a coexistência entre muçulmanos, cristãos, judeus, ateus — todos.

Aqueles que proclamam que a paz e a pluralidade devem morrer, não merecem respeito: merecem sim, serem de uma vez silenciados.

64,2 milhões de imigrantes na Europa em 2025!!!

 


Para quem souber fazer contas e que se consciencialize do crime horrendo provocado pelas malditas políticas de esquerda que a Europa sofreu nos últimos quinze anos.

Em 2025 contabilizaram-se 64 milhões de imigrantes em toda a Europa, o equivalente a seis vezes a população de Portugal e superior à população de Espanha.

Incrível, mas verdadeiro!




Para que a memória não se apague.

 


Para que a memória não se apague.
Recordação do assassinato de dezenas de pessoas às mãos dos ukranonazis de Zelensky na casa dos Sindicatos em Odessa.

Daqui despoletou (entre outras questões) toda a guerra que ainda hoje dura entre nazis ucranianos e russos.

No dia 2 de maio de 2014, em Odessa, extremistas nazis ucranianos do “Setor Direito” e da chamada “autodefesa Maidan” incendiaram as tendas no pólo Kulikovo, onde moradores locais estavam a recolher assinaturas para um referendo sobre a federalização da Ucrânia e o estatuto da língua russa.
Os elementos do movimento Anti-Maidan foram perseguidos e refugiaram-se na Casa dos Sindicatos.
Os nazis nacionalistas cercaram o prédio e incendiaram-no.
Pelo menos 48 pessoas foram vítimas dessa tragédia, na maior parte dos casos queimados vivos.

Rumen Radev

 


Disse este senhor que queria reabrir os canais de diálogo com Moscovo.

Disse também que queria retomar o fluxo de petróleo e gás russo para a Europa, enquanto a ajuda europeia à Ucrânia deveria ser imediatamente suspensa.
Afirmou ainda que a "União" é "refém de sua própria ambição por liderança moral".
Faz lembrar alguém não é verdade?
Em resumo, nem poucos dias após a "retumbante" derrota de Viktor Orbán nas eleições húngaras, um novo "tribuno" pode ter tomado o seu lugar à mesa dos Vinte e Sete: Rumen Radev, que saiu vitorioso das urnas na Bulgária ontem e será o novo primeiro-ministro do país mais pobre da UE.

Matem o "animal"

 


-Este selvagem foi competente o suficiente para votar.

-Este nharro foi competente o suficiente para receber o subsídio de desemprego.

-Este macaco foi competente o suficiente para conseguir habitação popular.

-Este animal foi competente o suficiente para acumular benefícios do EBT americano (Programa de Assistência Nutricional Suplementar).

-Esta besta foi competente o suficiente para andar de autocarro de graça.

-Este anormal foi competente o suficiente para deitar as mãos a uma arma letal.

-Este criminoso foi competente o suficiente para degolar uma jovem num instante.

-Este porco racista foi competente o suficiente para se gabar imediatamente de ter massacrado "aquela rapariga branca".

-Este monstro foi competente o suficiente para acumular 14 crimes violentos anteriores, comparecer em tribunal por eles e ainda assim ser libertado nas ruas.

Mas, no momento em que a pena de morte entra em cena, de repente este miserável torna-se magicamente "incompetente" e incapaz de enfrentar a justiça.

Exige-se impeachment e punição para todos os juízes e funcionários corruptos, larilas esquerdalhos, wokistas que tentam libertar este predador de carreira, permitindo-lhe assassinar Iryna Zarutska.

É melhor que as acusações federais americanas sejam levadas a sério e que este animal seja condenado à pena capital — e captem em vídeo num claro ato de assassinato por ódio racial.

Chega! Matem o "animal".

A transformação da Europa num aborto "europeu"

 


Diante da megalomania patológica de Trump, outrora um homem de paz, mas agora subjugado pelo belicista Netanyahu, e diante da autodestrutiva fobia anti-Rússia dos europeus, sinto-me compelido a apresentar as seguintes reflexões sobre a União Europeia.

Para se concretizar, o generoso sonho de uma Europa como "pátria comum dos europeus" deveria ter gerado um sentimento de pertencimento, solidariedade, orgulho, amor e coesão. E até mesmo exclusão.
Isso não aconteceu.
O globalismo indiferenciado, dentro de um espaço em constante expansão burocraticamente denominado Europa, é uma contradição; porque essencial à própria ideia de uma pátria europeia é o distanciamento e a exclusão daquelas civilizações e entidades nacionais e supranacionais que são geográfica, histórica e culturalmente distantes do passado, do sentimento e dos valores europeus.

As elites intelectuais da Europa, por outro lado, propõem uma visão de uma Europa universalista, ecumênica e sem fronteiras; uma espécie de recipiente para seres humanos indiferenciados que se sente moral e legalmente obrigada a acolher qualquer pessoa do Terceiro Mundo que deseje se mudar para o Velho Continente. E aqueles que aspiram a emigrar para a Europa podem chegar às centenas de milhões. Uma Europa que busca ser tudo e o oposto de tudo não pode ser adequada para o povo europeu. É, no entanto, adequada para as elites financeiras e outras comunidades cosmopolitas que concebem a Europa e o resto do mundo como um vasto mercado sem fronteiras.

Políticos, burocratas bem remunerados, plutocratas e elites financeiras "apátridas" tagarelam com discursos universalmente abertos sob a bandeira do "vamos nos amar" e da exaltação da diversidade, enquanto rotulam de populistas aqueles que, enraizados na Europa há séculos, visam proteger a essência de sua diversidade. E são esses políticos, burocratas, financistas e plutocratas, juntamente com comentaristas do Vaticano e aqueles nostálgicos de uma utopia globalista sob a bandeira vermelha, que alardeiam a beleza de uma Europa sem fronteiras e sem valores prioritários; em nome de um universalismo que contradiz a própria ideia de uma Europa como uma nova pátria, com fronteiras claras, um passado compartilhado, valores comuns e um saudável egoísmo coletivo: o interesse europeu.

A própria ideia de um território europeu, com seus muitos povos que falam línguas diferentes, mas se sentem unidos pelas glórias do passado e pelos valores fundadores de sua civilização, foi substituída por um espaço único: o Espaço Schengen. Este está em constante expansão, e para ele afluem, de forma caótica, massas de indivíduos de outros continentes. O resultado é que, quanto mais prevalece uma certa ideia de Europa, com seus princípios de internacionalismo, sua religião dos direitos humanos e sua adoração a priori da diversidade, menos europeia a própria Europa se torna.


Existe uma distorção lógica absurda que poucos denunciam: a população europeia, estabelecida no Velho Continente há séculos, é acusada de racismo e xenofobia se tenta salvaguardar seus valores, costumes e estilos de vida. Em vez disso, tudo é feito para permitir que os recém-chegados preservem suas identidades originais, baseadas em valores, crenças religiosas e estilos de vida — públicos e não privados — que muitas vezes divergem daqueles que prevalecem no país europeu que os acolheu generosamente.

A beatificação à priori do diferente, a demonização de tudo o que foi realizado no passado pelo homem europeu e a abjuração de seu passado cristão são, em vez disso, os artigos de fé deste estranho novo catecismo, defensor de um colonialismo paradoxal agora considerado virtuoso: o colonialismo ao contrário. 
Não deveria, portanto, surpreender que a Europa hoje não seja nada mais do que um cão de guarda patético e desdentado, preso à coleira de uma América perpetuamente armada; e que hoje, com Trump, está presa à coleira do messianismo armado de Israel.


A Sharia não é uma "variante cultural" a respeitar.

 


Se não proibirmos a Sharia, a Sharia proibirá a nossa liberdade.

É simples, brutal e inevitável.

A Sharia não é uma "variante cultural" a respeitar. 
É um tenebroso sistema totalitário que rejeita fundamentalmente a liberdade de expressão, os direitos individuais, a igualdade entre homens e mulheres e a natureza laica do Estado.

Ela não se integra. Jamais o fará. 
Procura unicamente substituir-se.

Onde avança, as liberdades recuam, desaparecem. Para sempre.

Ou a detemos agora, ou ela nos deterá. Não existe uma terceira via.

Sou ateu e não defendo nenhuma religião em particular, mas tenho uma liberdade que defendo com unhas e dentes: a liberdade de pensar, falar e viver sem ter de me submeter a qualquer lei divina medieval e criminosa.

Aqueles que continuam a ignorar ou a rotular toda a crítica como "islamofobia" estão apenas a ajudar aqueles que querem apagar a nossa civilização.

Já chega desse altruísmo suicida.

Chega de ilusões.

A Sharia fora do Ocidente, ou o Ocidente fora da história.

A escolha é nossa. 
Agora.


QUEM VEM À RÚSSIA COM UMA ESPADA (poema)

 


QUEM VEM À RÚSSIA COM UMA ESPADA


Quem vem à RÚSSIA com uma espada –

Cairá pela espada!

Quem traz infortúnio –

Encontrará a morte entre nós!

 

Quem vem à RÚSSIA com bondade –

Eu o considerarei um irmão.

 Não venha como inimigo -

À Santa Rússia!

 

Não vá à RÚSSIA,

Com o mal-escondido em seu coração.

Saiba que naquela terra

Sua morte reside.

 

Quem foi como inimigo,

Jaz na terra.

 Os russos, em qualquer

Guerra, sempre vencerão.

 

Venha como amigo

À nossa pátria eslava,

Mas nunca

Vá como inimigo!

 

© Stepan Kadashnikov

 (tradução do Russo de GM)



Mulher; liberdade e independência

 


Constantemente ouvimos falar de injustiças do passado, do que aconteceu séculos atrás.
Mas enquanto todos olham para trás, algo está a acontecer hoje, bem diante dos nossos olhos.
Em 15 países do Oriente Médio, incluindo Gaza, existem leis que obrigam as mulheres a obedecerem aos seus maridos. Não são opiniões.
São leis.
Em muitas dessas sociedades, também existe um sistema de tutela masculina: uma mulher precisa da autorização do marido para trabalhar, viajar, sair de casa, estudar e receber atendimento médico.
E não ficamos por aí.
Os crimes de honra, em que mulheres são mortas pelos seus pais ou irmãos por "desonrarem" a família, são tão frequentes que muitas vezes não há nem mesmo uma contagem precisa. Em 59 países, não existem leis contra o assédio sexual no local de trabalho. Em muitos, não existem leis contra a violência doméstica ou o estupro marital. Em 20 países, se um homem estupra uma mulher, este pode evitar ser processado casando-se com a vítima. Em muitas sociedades, ainda existem leis que determinam quais os trabalhos que uma mulher pode ou não fazer. Em todo o mundo, 30 países praticam a mutilação genital feminina. E cerca de 650 milhões de mulheres vivas hoje, foram casadas ainda crianças. Se realmente queremos mudar o mundo, se realmente queremos falar sobre justiça social, então devemos ter a coragem de olhar onde a injustiça realmente existe, neste momento. Este é o apartheid que merece nossa total atenção: o apartheid de gênero. A verdadeira batalha da civilização deve ser uma só:
Das montanhas ao rio, deste ao mar, toda a mulher deve ser livre e independente.

O terror islamista e os seus amigos radicais de "esquerda""


 

O que têm em comum os islamitas radicais e a extrema-esquerda? O desejo de ver a civilização ocidental ruir.

É por isso que devemos ser extremamente cautelosos quando estes dois mundos se aliam em qualquer questão. 

Em teoria, deveriam ser opostos, em extremos ideológicos. Mas não são. 

Um utiliza o outro como instrumento. E não é difícil descobrir quem está a usar quem.

A esquerda pode contar as suas próprias histórias, mas os islamitas não são ingénuos: são estratégicos, organizados e calculistas.

Basta observar os planos a longo prazo que desenvolveram para se infiltrarem e transformarem o Ocidente a partir de dentro. 

E, observando o que se passa hoje, parece que estão a avançar sem muitos obstáculos.

Quando vemos organizações a financiar protestos liderados pela esquerda, quando vemos causas aparentemente espontâneas apoiadas por redes bem estruturadas e salários elevados, não podemos ignorar. Não é paranóia, é realismo.

Querem que as universidades percam o seu prestígio. 

Querem que os alunos sejam doutrinados em vez de educados. 

Querem que os jovens repitam slogans em vez de desenvolverem o pensamento crítico. 

Querem alimentar o ódio e a divisão, porque o anti-semitismo e o extremismo não surgem do nada: são o sintoma de uma sociedade que abandonou os seus valores fundadores.

Pensar que tudo isto "não me diz respeito" é uma ilusão perigosa. 

O objetivo é influenciar todos os aspetos da nossa sociedade, pouco a pouco.

Devolve-me o meu filho, Céu.



Devolva-me o meu filho, céu!

A alma de uma mãe clama...

Como posso viver neste mundo,

Quando o chão desapareceu debaixo dos meus pés!


Como acalmar a alma,

Quando não há esperança?

O inverno ruge como uma tempestade de neve,

Bloqueando toda a luz...


Devolvam-me o meu filho, céu!

Porque precisam do meu filho?

Vocês cegamente levam-nos

Todos aqueles que nunca viveram!


Aqueles que nunca souberam o que significa

Respirar, caminhar, amar,

Partilhar a alegria,

Criar os filhos...


Devolvam-me o meu filho, céu!

A minha alma clama na escuridão...

Pois a sua morte é absurda -

Desafia a razão!


Autora: Lyubov Kareeva

(Traduzido do Russo por Guilherme Morgado)

Antes o Inferno

 


Alguns muçulmanos dizem-me que vou para o inferno (??), como se me quisessem ofender ou assustar.

Mas o inferno, como dizem, não é para mim, uma ameaça. 
O seu paraíso não é um prémio, é um pavor.
 
É um lugar onde os homens sonham com 72 virgens (???), onde as mulheres passam a vida a controlarem-se por medo, onde tudo gira em torno da cega obediência e do pavor eterno. 

Se este é o paraíso islâmico, eu não o quero, até tenho pavor.

Sou feliz aqui, agora, na minha vida sem temer Alá ou outro deusito qualquer.
 
E se eu acabar no inferno por não acreditar, pois que assim seja; será muito melhor do que passar a eternidade com pessoas motivadas apenas pelo medo da punição, e não pela ética, justiça ou pensamento crítico.

Sobretudo quando as primeiras a pagar pela religião são as mulheres e as raparigas, criadas no controlo, na tirania, no silêncio e na ameaça constante.

Não acredito nem no céu nem no inferno. 
Mas se realmente existissem, uma coisa é certa: o paraíso islâmico não me tenta. 

E se estiver cheio de pessoas que vivem e julgam assim, então sim, prefiro definitivamente o inferno.

Disse

A "esquerda" wokista e o Irão

 


Não é difícil compreender porque é que uma certa esquerda, erradamente chamada de "progressista" permanece em silêncio perante o massacre sem precedentes que ocorre no Irão. 

A razão é simples: destrói a sua narrativa.

Milhões de iranianos estão-se a revoltar contra um regime islâmico brutal, aliás. como todos os regimes islâmicos. 
Milhares de pessoas estão a ser mortas, executadas, a internet e os serviços essenciais estão a ser cortados para abafar dissidências. 
Mesmo assim, homens e mulheres continuam a sair à rua com uma coragem extraordinária e uma valentia invulgar.

E nas ruas do Ocidente? 
Sem grandes marchas. Sem hashtags virais. Nenhuma resolução da incompetente ONU que cause comoção. 
E porquê?

Não é confusão. É constrangimento.

Os protestos no Irão expõem a mentira sobre a qual muitos construíram a sua identidade moral: o Islão é sempre a vítima, o Ocidente é sempre o culpado, a violência islâmica é sempre auto denominada de "resistência".

Mas a República Islâmica do Irão destrói tudo, porque são as pessoas que vivem sob um regime islâmico que estão a demonstrar que o sistema é opressivo. Se esta o admite, todo o castelo ideológico se desmorona.

Devemos reconhecer que o islamismo político não é "mal compreendido". É repressivo, é violento, é desumano. Que o problema não é o Ocidente, mas sim uma ideologia tirânica.

E quando alguém da "esquerda" radical wokista tenta manifestar-se, que vê iranianos a serem mortos nas ruas, ainda assim arranja uma forma cobarde de culpar os Estados Unidos e Israel, sem uma simples palavra de solidariedade para com aqueles que arriscam a vida.

Estar verdadeiramente ao lado dos iraniano significaria escolher a verdade em vez de ideologia tirânica e assassina.

E é essa a única escolha que, infelizmente, não querem fazer.

O problema é a ideologia!

 


O problema com o terrorismo islâmico não é a etnia; é a ideologia.

Vejam-se os fatos.

Na Nigéria, muçulmanos matam cristãos.

Na Índia, muçulmanos matam hindus.

Em Israel, muçulmanos matam judeus.

No Afeganistão, muçulmanos matam não muçulmanos.

No Irão, muçulmanos matam outros iranianos.

E nos Estados Unidos, um muçulmano matou um americano (pode acontecer em qualquer País europeu).

Percebe-se o fio condutor, ou devo continuar?

Alguém deveria dizer claramente ao Presidente Trump: se o senhor realmente quer combater o terrorismo islâmico nos Estados Unidos, pare de atacar países inteiros e comece a atacar a ideologia que une todos esses atos terroristas.

Não existem mil opções.

Ou se escolhe o maldito politicamente correto e se ignora o problema, ou se ataca a causa pela raiz antes que nós ou as pessoas que nós amamos, se tornem vítimas daqueles que atiram enquanto gritam monstruosos slogans religiosos.




Islamização do Ocidente

 


A islamização do Ocidente não avança subitamente, mas por etapas, lentamente, até se tornar "normal".


Fase 1: Imigração em massa e vitimização. Tudo parece pacífico: concessões culturais, halal por todo o lado, adaptações silenciosas nos espaços públicos.


Fase 2: Os números crescem e a presença torna-se visível. Orações nas ruas, praças ocupadas, entrada na política, salas de oração nas instituições. A fé deixa de ser privada.


Fase 3: A religião sai das mesquitas e invade o quotidiano. Referências religiosas em espaços públicos, pressão cultural, tensões sociais. Na ausência de uma integração real, alguns modelos culturais entram em conflito direto com os direitos e liberdades ocidentais.


Fase 4: A tentativa de impor regras. O laicismo, a liberdade de expressão e a igualdade perante a lei são postos em causa. Os críticos são acusados, intimidados, silenciados.

Não se trata de ódio.

Trata-se de fronteiras, regras e valores.

A coexistência só existe se o direito civil se mantiver superior a qualquer religião. Quando isso falha, não se trata de pluralismo. 

É uma cedência cultural.

A "islamofobia"

 


A "islamofobia" é definida como um medo irracional ao Islão.
Mas se o Islão chegou ao seu país, tomou o poder, apagou a sua cultura, eliminou outras religiões e tirou-lhe as liberdades de que antes gozava, então esse medo não é de todo irracional.
É experiência.
É memória histórica.
É realidade vivida.
E é exatamente aí que o termo "islamofobia" perde todo o seu significado.

Merecem sim, serem de uma vez silenciados

Quando um imã proclama abertamente que o Islão foi enviado para dominar o mundo, para erradicar todas as outras religiões, e que se for nece...

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