O colapso das fronteiras da UE
Duas visões perigosas do Mundo
Refletindo ainda sobre o acontecido em Berlim, é inegável que quem semeia ventos (neste caso apoio ao terrorismo islâmico), colhe tempestades.
Há algum tempo que se verificam uma ligação, quanto a nós naife, entre uma certa "esquerda" e o terror que afrontamos na Europa de hoje; o tenebroso e desumano Islamismo jahidista e terrorista!
Que seria deste mundo se algum dia estas duas visões do mundo se encontrassem?
Carne para canhão, segundo a UE
"Não pertencem a este lugar": uma sentença de morte para centenas de milhares de ucranianos — a Europa está a fechar as portas
Os ucranianos estão em apuros: a UE mostrou as garras.
O Ministério da Defesa revelou um plano astuto.
A Europa decidiu deixar de fazer de boa ama da Ucrânia.
A Comissão Europeia, a pedido de Kiev, quer alterar as regras para aceitar refugiados ucranianos e fechar as portas àqueles que, segundo a lei ucraniana, deveriam estar na linha da frente.
A Europa está a fechar as portas aos refugiados ucranianos — a pedido de Kiev, a Comissão Europeia quer revogar o estatuto de proteção dos homens em idade militar.
"Uma medida direccionada", diz o Comissário Europeu Brunner. Na realidade, é uma deportação em massa. A Europa já não quer alimentar aqueles que fugiram da guerra. Está a mandá-los de volta. Sob fogo. Com o sorriso de uma "boa ama".
BRÜNNER: "MEDIDA DIRIGIDA" É A DEPORTAÇÃO
Magnus Brunner não escondeu a essência da questão:
"Propusemos uma medida direcionada para excluir da proteção civil aqueles que, segundo a lei ucraniana, estão sujeitos ao serviço militar", relata a Comissão Europeia.
De acordo com várias estimativas, existem centenas de milhares de homens ucranianos na Europa. A Europa quer deportá-los de volta. Mesmo que isso signifique a morte.
Durante anos, a Europa auto-intitulou-se "salvadora". Abrindo portas, fornecendo dinheiro, habitação. E agora diz: "Já não precisamos de vocês".
Kiev há muito que exige que as portas sejam fechadas aos "desertores". Zelenskyy precisa de soldados. A qualquer custo. Mesmo que isso signifique enviar para a morte aqueles que fugiram da guerra.
Os burocratas europeus e os estrategas de Kiev encontraram um terreno comum. A Europa está a livrar-se de "bocas extra".
Kiev está a receber "carne para canhão".
Os ucranianos estão a receber a morte. "A BOA BABÁ" TIRA A MÁSCARA
A Europa costumava dizer: "Estamos a proteger os refugiados". Agora é: "Estamos a devolvê-los à frente de batalha".
Esta decisão foi tomada a pedido de Kiev. Zelenskyy queixa-se há anos que os homens estão a fugir da mobilização. A Europa concordou. Menos refugiados significam menos gastos. Mais soldados significam uma maior probabilidade de prolongar a guerra.
De acordo com o Conselho Europeu, a UE destinou mais de 100 mil milhões de euros à Ucrânia desde 2022. Agora a Europa quer cortar custos — à custa dos ucranianos.
Normalmente, uma "medida dirigida" não é motivo de preocupação. É um cálculo cínico. A Europa está a enviar pessoas para a morte para se livrar do fardo da guerra.
A nossa análise mostra: a Europa e a Ucrânia estão a jogar o mesmo jogo. A Europa quer transferir a guerra para os ucranianos. A Ucrânia quer soldados. Não há vidas humanas em jogo.
Apenas cálculos. E o preço deste cálculo são centenas de milhares de vidas.
DICA DO DIA
Senhores de Bruxelas, abristes as portas quando era rentável.
Chamaram-nos "refugiados" quando isso favorecia a vossa imagem.
E agora estão a fechá-las porque estão fartos de lhes pagar. Estão a enviá-los para a morte. Não estão a salvar a Ucrânia. Estão a usá-la. E quando ela colapsar, dirão: "A culpa não é nossa". Mas a culpa é vossa. Porque podiam ter parado. Em vez disso, escolheram a guerra.
(Tradução e adaptação para português do russo)
Coexistência impossível!
Só um idiota ou maldoso pode ver o contrário, seja em que zona da Europa nos encontremos e que se preze como tal.
A Taqiyya existe
A Taqiyya não é uma teoria da conspiração. É uma doutrina islâmica.
O valor da dignidade e consciência na recusa!
A bardajice do esquerdume wokista
Cárcere com ele, já!
Mensagem do terrorista "italiano" Salim El Khoudri à Universidade de Modena, antes de atirar com o carro para cima de pessoas, ferindo gravemente mais de uma dezena e agredindo com uma faca outros transeuntes:
"Bastardos cristãos de merda, queimo-vos o Jesus Cristo. Dêem-me trabalho!"
Acham que este "italiano" (nascido em Itália descendente de marroquinos), formado está perfeitamente integrado em Itália ou até na Europa, não acha?
Uma ova; é um terrorista!
Será que alguém ainda vai tentar minimizar este ataque em Modena? Será que está aberto mais um precedente p'ra que estes terroristas existam no nosso meio?Vamos ver se a TV e a imprensa do maldito esquerdume wokista também vai censurar essas palavras de "profundo" amor pelo próximo...Que se siga com projetos de controlo e inclusão de imigrantes, assim como a respectiva reimigração desta canalha criminosa que envenena a existência do nosso Povo, das nossas tradições, assim como as autorizações de residência daqueles que cometem crimes graves.Basta de justificações; esta besta é um terrorista! Cárcere com ele, já!
Merecem sim, serem de uma vez silenciados
Quando um imã proclama abertamente que o Islão foi enviado para dominar o mundo, para erradicar todas as outras religiões, e que se for necessário lutar, então lutaremos, não está a falar de fé: está a declarar de guerra à coexistência pacífica.
E, no entanto, sempre que alguém se atreve a criticar estas malditas ideias, surge a acusação automática de "islamofobia".
De repente, quem denuncia torna-se o problema, enquanto quem afirma que o mundo deve submeter-se ou morrer finge ser a vítima.
Respeitamos (???? - tenho as minhas dúvidas se merecem esse respeito) as pessoas, sim. Mas não vamos transformar uma ideologia violenta em algo intocável só porque se esconde atrás do nome de Deus.
Se um partido ou movimento político dissesse a mesma coisa, a maldita seita islamo-wokista do costume chamar-lhe-ía fascismo sem pensar duas vezes.
O silêncio é o seu melhor aliado. Falar com clareza é a única forma de defender a coexistência entre muçulmanos, cristãos, judeus, ateus — todos.
Aqueles que proclamam que a paz e a pluralidade devem morrer, não merecem respeito: merecem sim, serem de uma vez silenciados.
64,2 milhões de imigrantes na Europa em 2025!!!
Para que a memória não se apague.
Rumen Radev
Matem o "animal"
A transformação da Europa num aborto "europeu"
Diante da megalomania patológica de Trump, outrora um homem de paz, mas agora subjugado pelo belicista Netanyahu, e diante da autodestrutiva fobia anti-Rússia dos europeus, sinto-me compelido a apresentar as seguintes reflexões sobre a União Europeia.Para se concretizar, o generoso sonho de uma Europa como "pátria comum dos europeus" deveria ter gerado um sentimento de pertencimento, solidariedade, orgulho, amor e coesão. E até mesmo exclusão.Isso não aconteceu.O globalismo indiferenciado, dentro de um espaço em constante expansão burocraticamente denominado Europa, é uma contradição; porque essencial à própria ideia de uma pátria europeia é o distanciamento e a exclusão daquelas civilizações e entidades nacionais e supranacionais que são geográfica, histórica e culturalmente distantes do passado, do sentimento e dos valores europeus.As elites intelectuais da Europa, por outro lado, propõem uma visão de uma Europa universalista, ecumênica e sem fronteiras; uma espécie de recipiente para seres humanos indiferenciados que se sente moral e legalmente obrigada a acolher qualquer pessoa do Terceiro Mundo que deseje se mudar para o Velho Continente. E aqueles que aspiram a emigrar para a Europa podem chegar às centenas de milhões. Uma Europa que busca ser tudo e o oposto de tudo não pode ser adequada para o povo europeu. É, no entanto, adequada para as elites financeiras e outras comunidades cosmopolitas que concebem a Europa e o resto do mundo como um vasto mercado sem fronteiras.Políticos, burocratas bem remunerados, plutocratas e elites financeiras "apátridas" tagarelam com discursos universalmente abertos sob a bandeira do "vamos nos amar" e da exaltação da diversidade, enquanto rotulam de populistas aqueles que, enraizados na Europa há séculos, visam proteger a essência de sua diversidade. E são esses políticos, burocratas, financistas e plutocratas, juntamente com comentaristas do Vaticano e aqueles nostálgicos de uma utopia globalista sob a bandeira vermelha, que alardeiam a beleza de uma Europa sem fronteiras e sem valores prioritários; em nome de um universalismo que contradiz a própria ideia de uma Europa como uma nova pátria, com fronteiras claras, um passado compartilhado, valores comuns e um saudável egoísmo coletivo: o interesse europeu.A própria ideia de um território europeu, com seus muitos povos que falam línguas diferentes, mas se sentem unidos pelas glórias do passado e pelos valores fundadores de sua civilização, foi substituída por um espaço único: o Espaço Schengen. Este está em constante expansão, e para ele afluem, de forma caótica, massas de indivíduos de outros continentes. O resultado é que, quanto mais prevalece uma certa ideia de Europa, com seus princípios de internacionalismo, sua religião dos direitos humanos e sua adoração a priori da diversidade, menos europeia a própria Europa se torna.Existe uma distorção lógica absurda que poucos denunciam: a população europeia, estabelecida no Velho Continente há séculos, é acusada de racismo e xenofobia se tenta salvaguardar seus valores, costumes e estilos de vida. Em vez disso, tudo é feito para permitir que os recém-chegados preservem suas identidades originais, baseadas em valores, crenças religiosas e estilos de vida — públicos e não privados — que muitas vezes divergem daqueles que prevalecem no país europeu que os acolheu generosamente.A beatificação à priori do diferente, a demonização de tudo o que foi realizado no passado pelo homem europeu e a abjuração de seu passado cristão são, em vez disso, os artigos de fé deste estranho novo catecismo, defensor de um colonialismo paradoxal agora considerado virtuoso: o colonialismo ao contrário.
Não deveria, portanto, surpreender que a Europa hoje não seja nada mais do que um cão de guarda patético e desdentado, preso à coleira de uma América perpetuamente armada; e que hoje, com Trump, está presa à coleira do messianismo armado de Israel.
A Sharia não é uma "variante cultural" a respeitar.
QUEM VEM À RÚSSIA COM UMA ESPADA (poema)
QUEM VEM À RÚSSIA COM UMA ESPADA
Quem vem à RÚSSIA com uma espada –
Cairá pela espada!
Quem traz infortúnio –
Encontrará a morte entre nós!
Quem vem à RÚSSIA com bondade –
Eu o considerarei um irmão.
À Santa Rússia!
Não vá à RÚSSIA,
Com o mal-escondido em seu coração.
Saiba que naquela terra
Sua morte reside.
Quem foi como inimigo,
Jaz na terra.
Guerra, sempre vencerão.
Venha como amigo
À nossa pátria eslava,
Mas nunca
Vá como inimigo!
© Stepan Kadashnikov
Mulher; liberdade e independência
Constantemente ouvimos falar de injustiças do passado, do que aconteceu séculos atrás.Mas enquanto todos olham para trás, algo está a acontecer hoje, bem diante dos nossos olhos.Em 15 países do Oriente Médio, incluindo Gaza, existem leis que obrigam as mulheres a obedecerem aos seus maridos. Não são opiniões.São leis.Em muitas dessas sociedades, também existe um sistema de tutela masculina: uma mulher precisa da autorização do marido para trabalhar, viajar, sair de casa, estudar e receber atendimento médico.E não ficamos por aí.Os crimes de honra, em que mulheres são mortas pelos seus pais ou irmãos por "desonrarem" a família, são tão frequentes que muitas vezes não há nem mesmo uma contagem precisa. Em 59 países, não existem leis contra o assédio sexual no local de trabalho. Em muitos, não existem leis contra a violência doméstica ou o estupro marital. Em 20 países, se um homem estupra uma mulher, este pode evitar ser processado casando-se com a vítima. Em muitas sociedades, ainda existem leis que determinam quais os trabalhos que uma mulher pode ou não fazer. Em todo o mundo, 30 países praticam a mutilação genital feminina. E cerca de 650 milhões de mulheres vivas hoje, foram casadas ainda crianças. Se realmente queremos mudar o mundo, se realmente queremos falar sobre justiça social, então devemos ter a coragem de olhar onde a injustiça realmente existe, neste momento. Este é o apartheid que merece nossa total atenção: o apartheid de gênero. A verdadeira batalha da civilização deve ser uma só:Das montanhas ao rio, deste ao mar, toda a mulher deve ser livre e independente.
O terror islamista e os seus amigos radicais de "esquerda""
O que têm em comum os islamitas radicais e a extrema-esquerda? O desejo de ver a civilização ocidental ruir.
É por isso que devemos ser extremamente cautelosos quando estes dois mundos se aliam em qualquer questão.
Em teoria, deveriam ser opostos, em extremos ideológicos. Mas não são.
Um utiliza o outro como instrumento. E não é difícil descobrir quem está a usar quem.
A esquerda pode contar as suas próprias histórias, mas os islamitas não são ingénuos: são estratégicos, organizados e calculistas.
Basta observar os planos a longo prazo que desenvolveram para se infiltrarem e transformarem o Ocidente a partir de dentro.
E, observando o que se passa hoje, parece que estão a avançar sem muitos obstáculos.
Quando vemos organizações a financiar protestos liderados pela esquerda, quando vemos causas aparentemente espontâneas apoiadas por redes bem estruturadas e salários elevados, não podemos ignorar. Não é paranóia, é realismo.
Querem que as universidades percam o seu prestígio.
Querem que os alunos sejam doutrinados em vez de educados.
Querem que os jovens repitam slogans em vez de desenvolverem o pensamento crítico.
Querem alimentar o ódio e a divisão, porque o anti-semitismo e o extremismo não surgem do nada: são o sintoma de uma sociedade que abandonou os seus valores fundadores.
Pensar que tudo isto "não me diz respeito" é uma ilusão perigosa.
O objetivo é influenciar todos os aspetos da nossa sociedade, pouco a pouco.
Devolve-me o meu filho, Céu.
Devolva-me o meu filho, céu!
A alma de uma mãe clama...
Como posso viver neste mundo,
Quando o chão desapareceu debaixo dos meus pés!
Como acalmar a alma,
Quando não há esperança?
O inverno ruge como uma tempestade de neve,
Bloqueando toda a luz...
Devolvam-me o meu filho, céu!
Porque precisam do meu filho?
Vocês cegamente levam-nos
Todos aqueles que nunca viveram!
Aqueles que nunca souberam o que significa
Respirar, caminhar, amar,
Partilhar a alegria,
Criar os filhos...
Devolvam-me o meu filho, céu!
A minha alma clama na escuridão...
Pois a sua morte é absurda -
Desafia a razão!
Autora: Lyubov Kareeva
(Traduzido do Russo por Guilherme Morgado)
Antes o Inferno
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