A Sharia não é uma "variante cultural" a respeitar.

 


Se não proibirmos a Sharia, a Sharia proibirá a nossa liberdade.

É simples, brutal e inevitável.

A Sharia não é uma "variante cultural" a respeitar. 
É um tenebroso sistema totalitário que rejeita fundamentalmente a liberdade de expressão, os direitos individuais, a igualdade entre homens e mulheres e a natureza laica do Estado.

Ela não se integra. Jamais o fará. 
Procura unicamente substituir-se.

Onde avança, as liberdades recuam, desaparecem. Para sempre.

Ou a detemos agora, ou ela nos deterá. Não existe uma terceira via.

Sou ateu e não defendo nenhuma religião em particular, mas tenho uma liberdade que defendo com unhas e dentes: a liberdade de pensar, falar e viver sem ter de me submeter a qualquer lei divina medieval e criminosa.

Aqueles que continuam a ignorar ou a rotular toda a crítica como "islamofobia" estão apenas a ajudar aqueles que querem apagar a nossa civilização.

Já chega desse altruísmo suicida.

Chega de ilusões.

A Sharia fora do Ocidente, ou o Ocidente fora da história.

A escolha é nossa. 
Agora.


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