Devolve-me o meu filho, Céu.



Devolva-me o meu filho, céu!

A alma de uma mãe clama...

Como posso viver neste mundo,

Quando o chão desapareceu debaixo dos meus pés!


Como acalmar a alma,

Quando não há esperança?

O inverno ruge como uma tempestade de neve,

Bloqueando toda a luz...


Devolvam-me o meu filho, céu!

Porque precisam do meu filho?

Vocês cegamente levam-nos

Todos aqueles que nunca viveram!


Aqueles que nunca souberam o que significa

Respirar, caminhar, amar,

Partilhar a alegria,

Criar os filhos...


Devolvam-me o meu filho, céu!

A minha alma clama na escuridão...

Pois a sua morte é absurda -

Desafia a razão!


Autora: Lyubov Kareeva

(Traduzido do Russo por Guilherme Morgado)

Antes o Inferno

 


Alguns muçulmanos dizem-me que vou para o inferno (??), como se me quisessem ofender ou assustar.

Mas o inferno, como dizem, não é para mim, uma ameaça. 
O seu paraíso não é um prémio, é um pavor.
 
É um lugar onde os homens sonham com 72 virgens (???), onde as mulheres passam a vida a controlarem-se por medo, onde tudo gira em torno da cega obediência e do pavor eterno. 

Se este é o paraíso islâmico, eu não o quero, até tenho pavor.

Sou feliz aqui, agora, na minha vida sem temer Alá ou outro deusito qualquer.
 
E se eu acabar no inferno por não acreditar, pois que assim seja; será muito melhor do que passar a eternidade com pessoas motivadas apenas pelo medo da punição, e não pela ética, justiça ou pensamento crítico.

Sobretudo quando as primeiras a pagar pela religião são as mulheres e as raparigas, criadas no controlo, na tirania, no silêncio e na ameaça constante.

Não acredito nem no céu nem no inferno. 
Mas se realmente existissem, uma coisa é certa: o paraíso islâmico não me tenta. 

E se estiver cheio de pessoas que vivem e julgam assim, então sim, prefiro definitivamente o inferno.

Disse

A "esquerda" wokista e o Irão

 


Não é difícil compreender porque é que uma certa esquerda, erradamente chamada de "progressista" permanece em silêncio perante o massacre sem precedentes que ocorre no Irão. 

A razão é simples: destrói a sua narrativa.

Milhões de iranianos estão-se a revoltar contra um regime islâmico brutal, aliás. como todos os regimes islâmicos. 
Milhares de pessoas estão a ser mortas, executadas, a internet e os serviços essenciais estão a ser cortados para abafar dissidências. 
Mesmo assim, homens e mulheres continuam a sair à rua com uma coragem extraordinária e uma valentia invulgar.

E nas ruas do Ocidente? 
Sem grandes marchas. Sem hashtags virais. Nenhuma resolução da incompetente ONU que cause comoção. 
E porquê?

Não é confusão. É constrangimento.

Os protestos no Irão expõem a mentira sobre a qual muitos construíram a sua identidade moral: o Islão é sempre a vítima, o Ocidente é sempre o culpado, a violência islâmica é sempre auto denominada de "resistência".

Mas a República Islâmica do Irão destrói tudo, porque são as pessoas que vivem sob um regime islâmico que estão a demonstrar que o sistema é opressivo. Se esta o admite, todo o castelo ideológico se desmorona.

Devemos reconhecer que o islamismo político não é "mal compreendido". É repressivo, é violento, é desumano. Que o problema não é o Ocidente, mas sim uma ideologia tirânica.

E quando alguém da "esquerda" radical wokista tenta manifestar-se, que vê iranianos a serem mortos nas ruas, ainda assim arranja uma forma cobarde de culpar os Estados Unidos e Israel, sem uma simples palavra de solidariedade para com aqueles que arriscam a vida.

Estar verdadeiramente ao lado dos iraniano significaria escolher a verdade em vez de ideologia tirânica e assassina.

E é essa a única escolha que, infelizmente, não querem fazer.

O problema é a ideologia!

 


O problema com o terrorismo islâmico não é a etnia; é a ideologia.

Vejam-se os fatos.

Na Nigéria, muçulmanos matam cristãos.

Na Índia, muçulmanos matam hindus.

Em Israel, muçulmanos matam judeus.

No Afeganistão, muçulmanos matam não muçulmanos.

No Irão, muçulmanos matam outros iranianos.

E nos Estados Unidos, um muçulmano matou um americano (pode acontecer em qualquer País europeu).

Percebe-se o fio condutor, ou devo continuar?

Alguém deveria dizer claramente ao Presidente Trump: se o senhor realmente quer combater o terrorismo islâmico nos Estados Unidos, pare de atacar países inteiros e comece a atacar a ideologia que une todos esses atos terroristas.

Não existem mil opções.

Ou se escolhe o maldito politicamente correto e se ignora o problema, ou se ataca a causa pela raiz antes que nós ou as pessoas que nós amamos, se tornem vítimas daqueles que atiram enquanto gritam monstruosos slogans religiosos.




Islamização do Ocidente

 


A islamização do Ocidente não avança subitamente, mas por etapas, lentamente, até se tornar "normal".


Fase 1: Imigração em massa e vitimização. Tudo parece pacífico: concessões culturais, halal por todo o lado, adaptações silenciosas nos espaços públicos.


Fase 2: Os números crescem e a presença torna-se visível. Orações nas ruas, praças ocupadas, entrada na política, salas de oração nas instituições. A fé deixa de ser privada.


Fase 3: A religião sai das mesquitas e invade o quotidiano. Referências religiosas em espaços públicos, pressão cultural, tensões sociais. Na ausência de uma integração real, alguns modelos culturais entram em conflito direto com os direitos e liberdades ocidentais.


Fase 4: A tentativa de impor regras. O laicismo, a liberdade de expressão e a igualdade perante a lei são postos em causa. Os críticos são acusados, intimidados, silenciados.

Não se trata de ódio.

Trata-se de fronteiras, regras e valores.

A coexistência só existe se o direito civil se mantiver superior a qualquer religião. Quando isso falha, não se trata de pluralismo. 

É uma cedência cultural.

A "islamofobia"

 


A "islamofobia" é definida como um medo irracional ao Islão.
Mas se o Islão chegou ao seu país, tomou o poder, apagou a sua cultura, eliminou outras religiões e tirou-lhe as liberdades de que antes gozava, então esse medo não é de todo irracional.
É experiência.
É memória histórica.
É realidade vivida.
E é exatamente aí que o termo "islamofobia" perde todo o seu significado.

A mudança catastrófica da Europa

 


Como europeu, português, vejo a Europa mudar diante dos meus olhos.

E não é uma mudança positiva.

Há cidades e bairros que já não reconheço. Não é nostalgia, não é medo do diferente: é a realidade do dia-a-dia. As pessoas regressam de outras partes da Europa e dizem a mesma coisa: "Já não me sinto em casa."

Em Bruxelas, apenas uma pequena minoria de crianças tem origem belga. A grande maioria tem origens estrangeiras, maioritariamente não europeias, e muitos menores são encaminhados para a educação religiosa islâmica. Isto não é integração, é substituição cultural.
Em Londres, os britânicos tornaram-se uma minoria na sua própria capital. Bairros inteiros têm uma composição demográfica completamente diferente da que tinham antes, e o nome mais comum entre os recém-nascidos já não pertence à tradição inglesa.
Na Suécia, existem dezenas de zonas proibidas, áreas onde o Estado perdeu o controlo.
Zonas perigosas, repletas de criminalidade, onde a lei tem pouca ou nenhuma influência. E este não é um caso isolado: existem centenas de áreas fora de controlo por toda a Europa.
A Europa abriu as suas portas sem regras, acolhendo massas de homens em idade militar, muitas vezes sem integração, muitas vezes sem respeito pelas leis e valores locais.

O resultado está à vista de todos: insegurança, violência, violação, degradação. Quem paga o preço são, na sua maioria, mulheres e crianças.
Tudo isto é justificado pelo medo de ser rotulado, silenciado, acusado. Mas isso não é tolerância; é rendição.
Não é inclusão; é abandono.
A Europa está a sacrificar a segurança, a identidade e a liberdade para evitar enfrentar o problema.
Muitos europeus vêem-no, compreendem-no e falam sobre ele em voz baixa. Outros estão a considerar partir.
Quando uma sociedade deixa de proteger as suas crianças, transforma-se numa sociedade que perdeu o rumo.

Devolve-me o meu filho, Céu.

Devolva-me o meu filho, céu! A alma de uma mãe clama... Como posso viver neste mundo, Quando o chão desapareceu debaixo dos meus pés! Como a...

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