Liberalmente Correto – O Valor Ético da Motosserra de Milei

 


O milagre económico resultante das medidas drásticas de Milei é confirmado por dados reveladores. O presidente argentino eliminou o excesso de burocracia e o desperdício na máquina pública, e o setor produtivo prosperou. Economistas de renome — acostumados a pensar como meros contadores — haviam previsto um colapso, mas agora se deparam com números irrefutáveis: a dívida pública caiu de 155% do PIB em 2023 para 79% em 2025; a inflação mensal recuou de 25% para 1,6%; a taxa de pobreza diminuiu de 50% para 28%; e o desemprego está em queda, apesar das demissões no setor público.

Os keynesianos, tanto da velha quanto da nova escola, ainda não compreenderam que a economia não é estéril; pelo contrário, ela está intrinsecamente ligada às expectativas e iniciativas dos indivíduos no tecido social.
Libertar recursos das amarras dos gastos públicos é o maior motor de desenvolvimento, pois, em última análise, a riqueza é gerada pela engenhosidade humana, e não pela burocracia.
No entanto, há algo mais — talvez ainda mais significativo: a abordagem da "motosserra" de Milei possui um profundo valor ético, gerando consequências sociais surpreendentemente benéficas que desafiam a mensuração quantitativa.
A principal virtude da motosserra reside no reforço que ela confere ao princípio da responsabilidade individual e ao senso social de justiça retributiva. Apenas aqueles que fazem uma escolha livre — aceitando o risco do erro — assumem a responsabilidade pelas suas ações; assim, risco e responsabilidade caminham juntos. Por outro lado, somente aqueles capazes de errar podem conquistar o mérito de fazer a escolha certa.
Diante disso, é fácil perceber como uma sociedade hiperburocratizada — como várias nações da Europa de hoje, de orientação "socialista" tanto interna quanto externamente (graças, sobretudo, à "União Soviética Europeia") e não muito diferente da Argentina de outrora, sobrecarregada por décadas de peso peronista — sufoca a propensão a correr riscos e a assumir a responsabilidade que isso implica. Isto se aplica tanto àqueles que integram a máquina pública quanto aos beneficiários dos seus serviços — em suma, a todos os cidadãos que, a diversos títulos, são invariavelmente engrenagens dessa máquina. O burocrata realiza ações de natureza procedimental, predeterminada, repetitiva e restrita. Ele não faz escolhas nem assume riscos. Não pode se dar ao luxo de cometer erros e, justamente por isso, não recebe crédito pelas suas ações. O resultado de um ato administrativo não traz recompensa para o burocrata que o executou. Além disso, o ato administrativo é impessoal, uma vez que não é atribuído ao indivíduo, mas à instituição. Ao mesmo tempo, o cidadão que desfruta da “proteção” burocrática fica resguardado do risco de erro, uma vez que o tutor público vela por ele e, frequentemente, intervém para agir no seu nome. Por sua própria natureza, a atividade burocrática contrapõe-se, assim, à assunção e à remuneração do risco — seja no que tange à parte ativa (o integrante do aparelho) ou à parte passiva (o usuário-beneficiário). Disso decorre que o protecionismo burocrático excessivo mina o princípio do livre-arbítrio humano, sobre o qual se fundamenta a civilização ocidental — com suas raízes cristãs.
A preeminência histórica do Ocidente deriva do vigor de um princípio que defende a iniciativa individual — enraizado no conceito do homem criado à "imagem de Deus" —, uma noção desconhecida tanto pelo Islão quanto pelo despotismo oriental. No mundo islâmico, o indivíduo não é verdadeiramente livre; não se escolhe, apenas se obedecem aos preceitos de Allah, sendo cada ação classificada como *halal* (permitida) ou *haram* (proibida). Essa polarização, que inviabiliza a livre iniciativa, reflete-se de outra forma em alguns países europeus atual (tal como na Argentina de outrora): uma nação saturada de controles burocráticos, que opera sob a premissa de que tudo o que não estiver expressamente autorizado é proibido. 
Escusado será dizer que, no âmbito do despotismo oriental, o indivíduo não detém direitos autónomos ou inerentes; em vez disso, desfruta apenas daquilo que as autoridades decidem conceder, atua estritamente dentro dos limites das diretrizes políticas do "Líder Supremo" e, assim — inevitavelmente —, evita cometer erros. Em última análise, a redução do aparelho burocrático trazida por Milei reveste-se de profundo significado ético, ao defender a responsabilidade individual e o princípio da justa retribuição, marcando um retorno às raízes cristãs que constituem o verdadeiro alicerce do extraordinário desenvolvimento econômico do Ocidente.
(Retirado do quotidiano online L`identità)
(Tradução do Italiano para língua portuguesa)

O pesadelo

 


Tive um sonho. Digamos antes, um pesadelo. Nesta fase da minha vida tem sido normal.

Mas sonhei que estava num grande asilo para “loucos”, (“malucos” agora não se pode dizer) no alto de uma montanha encantada dominando um imenso e maravilhoso panorama.

Na ampla e franca entrada principal, um letreiro gigantesco dizendo “Asilo Ocidental”.

Sem portas, nem mesmo grades, apenas sensores, câmaras de vigilância por todos os lados, arcos-íris suspensos, uma celestial transparência bem-vinda para muitos, mas menos para mim, o louco mais desesperado de todos.

Estava internado num Manicómio e, sem saber, tinham-me mudado o nome: agora chamavam-me Napoleão, porque - assim me disseram – em todo o manicómio que se preze há sempre alguém que pensa ser Napoleão.

Talvez por esse nome tão exigente eu tivesse ficado amigo de um certo Mefistófeles, um louco meio estranho, muito reservado, com uma grande sala só para si, cheia de telas e computadores, de onde ele me afirmava a pés juntos, que dirigia todo o Mundo.

Ora aqui está alguém mais louco do que eu, pensei, especialmente porque todas as noites, ele discretamente saía para relatar as suas ações a outros loucos.

Revelou-me com grande sigilo, que o seu chefe chamava-se Princeps Huius Mundi, mas não sei o que isso significa, porque só conheço a minha própria língua e um pouco de globish, o grunhido unificado dos alienados Ocidentais.

Contou-me que numa escola americana, um diretor foi demitido, por mostrar para alunos do sexto ano, uma estátua de um nu de David, do divino Michelangelo.

Parece que alguns pais ficaram indignados e a exibição foi considerada pornográfica.

Ao mesmo tempo – Mefistófeles é um trabalhador esforçado, sempre alerta, de plantão – informou-me que noutro local do mundo, obviamente a Ocidente, na gelada e lúgubre Finlândia, a universidade da capital, conferiu a Greta Thunberg, uma sueca paranoica e obcecada pelo meio ambiente, um diploma honorário em teologia.

Revelou-me outro de seus sucessos mesmo aqui ao lado na vizinha Espanha, onde tal “ser” é muito popular.

Os seus seguidores estão presentemente no governo: nesse período aprovaram uma lei - chamada lei trans, na qual está escrito, entre outras coisas, que qualquer um pode pedir ao Cartório para ser registado com o sexo - num hospital psiquiátrico tal gente chama-se “género” - que ele prefere.

Como exemplo, soube que um concorrente ao posto de polícia declarou-se mulher e derrotou as concorrentes femininas nas provas de aptidão.

Assim foi contratado e, obviamente, hoje está entre nós no Asilo Ocidental.

Os amigos espanhóis de Mefistófeles não se ficam por aí: imaginem que estão a aprovar uma lei que vai conferir direitos "humanos" aos primatas superiores, ou sejam; macacos, orangotangos, gorilas e chimpanzés.

Não entendo como vão lidar com eles, mas o asilo está bem organizado: já montaram um gabinete especial com diretores, gerentes, psicólogas, médicos (deixa-se de utilizar a expressão veterinários) e dedicados funcionários.

Vivemos realmente no melhor e mais inclusivo asilo possível.

Confiando na amizade de Mefistófeles, perguntei-lhe como é que o Ocidente conseguiu encher o asilo.

Deu-me como resposta um longo discurso cheio de palavras difíceis – materialismos, propaganda, programação neurolinguística, desconstrução, teoria crítica, niilismo e muitas outras.

No entanto agarrei a frase que me pareceu mais importante, mais ao alcance de todos nós, até aos simples loucos como eu; “A maioria das pessoas não lê, não se informa, não se interessa por nenhum insight: na prática não sabe absolutamente nada. Mas assim que a televisão conta uma história ou divulga uma notícia, as massas tomam partido e acreditam mesmo sem saber de nada. Eu, diz Mefistófeles dedico-me a trabalhar sobre essa massa incapaz de pensamento autónomo e faço com ela o que bem-quero.”

De facto, e aqui para nós os loucos, é surpreendente que as pessoas não saibam o que é David, quem foi Michelangelo, não sintam com a alma e o coração a extraordinária grandeza daquele mármore de que se fez carne sob os golpes de um cinzel.

No asilo somos, sem dúvida ignorantes, principalmente se temos habilitações literárias que nos tornam orgulhosos, arrogantes.

Mas nem eu pensei que não sabíamos nada sobre Michelangelo e confundimos David com Rocco Siffredi.

“Veja bem, disse-me Mefistofeles; durante a pandemia – operação da qual participei com a colaboração de muitos responsáveis ​​pelo submundo – todos acreditaram nas máscaras, na eficácia de picadas estranhas, exatamente como estão convencidos de que é conveniente não ter o próprio dinheiro no bolso, que a identidade digital e a inteligência artificial são uma coisa linda, ou seja, o sistema de controle absoluto.

E continuou em clima de confidências,

- Por isso abrimos os portões e construímos um hospital psiquiátrico do tamanho de uma civilização; a Ocidental.

- Para além disso era preciso fazer mais: criar como se uma nova religião fosse. Ou melhor, uma crença de massas, com os seus ritos, seus símbolos, seus sacerdotes, seus oradores.

- Inventamos o verde, o meio ambiente, convencemos os ocidentais de que a Terra está em perigo por causa deles, mandamos profetas e profetisas pelo mundo.

- Uma é Greta, uma menina cheia de problemas – tão parecida com as jovens do hospício ocidental – que a carregávamos como a Madona Peregrina da religião, entre aplausos e pedidos de milagres. Faltava apenas nomeá-la teóloga, ou seja, especialista na nova Deusa e no novo Olimpo, a religião climática.

Chocado com as revelações, com angústia e falta de ar, tentei acordar: em vão.

O pavor mantinha-se!

Mefistófeles, vendo-me em apuros, ligou urgentemente para o psiquiatra de serviço, que me encheu de drogas psicotrópicas.

Disse que eu teria de me acalmar.

Teria de aceitar a situação e que nada como o uso exacerbado de remédios, para me sentir relaxado, calmo, sorridente e feliz.

Diante das minhas admoestações, ele conduziu-me a uma ala do asilo onde um número incalculável de pessoas vivia, cada um por sua conta, com seus "vícios", ou segundo Mefistófeles, seus propósitos de vida.

Alguns dedicavam-se ao jogo, outros ao consumo de "substâncias" (a palavra drogas é proibida e Mefistófeles diz que muitas outras palavras são proibidas, devem ser mudadas para nos fazerem felizes), assim como outras relacionadas com aqueles “princípios” que as crenças erróneas de ontem chamavam de "pecados capitais".

- Veja como eles estão felizes, disse Mefistófeles com ar de gozo.

- Tudo graças a nós.

Entretanto e à socapa, não tomei as pílulas. Consegui escondê-las.

Não tive coragem. Tais pilulas não me pareciam fazer feliz e ver "céus artificiais" (como me disse Mefistófeles). Para mim pareciam mais verdadeiros infernos.

Outras pílulas, mais potentes, encomendadas pelo psiquiatra a certas enfermeiras que nos acompanham por toda a parte, também me foram propostas.

Consegui igualmente evitá-las e até questionei Mefistófeles como foi possível chegar-se a considerar a pornografia uma das mais poderosas obras de arte universais.

A resposta veio de uma paciente que ouviu tudo; desgrenhada, malvestida, malcheirosa, cheia de tatuagens, com cabelos tingidos de cores não naturais, tal ser vomitou com ódio as suas verdades sobre mim:

- A arte é o código estético dos homens brancos heterossexuais mortos, então o David não é uma obra-prima, mas uma estrutura de dominação contra os oprimidos.

Nesse momento eu não entendi mais nada e pedi ajuda ao Senhor (Deus???).

Nunca o tinha feito: as Erínias de sempre, amparadas por um paciente em traje de bispo, advertiram-me para não me dirigir a Deus de maneira masculina.

Uma imagem com texto, pessoa, multidão

Descrição gerada automaticamente

Como nos sonhos, onde tudo pode acontecer, Greta também apareceu, com seu boné pontudo de graduada, o olhar mais carrancudo e feio do que nunca, mandando-me não emitir CO2 e não poluir o manicómio.

Bem-intencionada como só os teólogos como ela podem ser, entregou-me um livrinho com instruções:

não devo fazer mais lixo,

devo evitar o uso de veículos motorizados,

devo refazer a casa do zero para adaptá-la ao quinto Evangelho verde e muitas outras coisas.

Decretou-me que a Agenda 2030, inventada numa outra montanha encantada chamada Davos, faz parte do Grande Reset, um dos mais coloridos dogmas da nova religião.

Completamente chocado, tive alucinações graves.

Numa deles, vi os frescos de Michelangelo na Capela Sistina coberto de trapos, a figura de Deus em jeans azúis e t-shirt justinha.

Adão apareceu vestido com o horroroso arco-íris do Orgulho Gay, enquanto atrás de mim ria um pintor antigo, Daniele Ricciarelli conhecido como il Braghettone por ter coberto certas partes do corpo dos frescos de Michelangelo na Capela Sistina.

Greta, do alto de seu conhecimento teológico, assentiu com convicção. Tudo estava contra mim, e o sonho virou pesadelo.

O polícia espanhol de nome feminino também invadiu e fez-me sentir perdido, entre psiquiatras, demónios, teólogos e coloridos militantes agressivos e furiosos!

Mas "a vida é um sonho, e os sonhos são só sonhos".

Calderón de la Barca veio me salvar: suado, trémulo, mas acordado.

O Asilo Ocidental havia desaparecido, nem mesmo uma sombra de Mefistófeles.

Michelangelo havia retornado ao génio universal que é e sempre será.

Greta continuava uma garota com síndrome de Asperger e aquela cara de tolinha e atrasada mental, que tantos ocidentais tarados e cefalados veneram.

O Asilo Ocidental havia desaparecido por magia.

Mas terá mesmo desaparecido, ou não?

Senão, podemos estar perante um outro e grave paradoxo: as mesmas forças políticas que vociferam indignações e rasgam continuamente as vestes pelos Direitos Humanos e a Justiça Social, transformaram-se nos principais coveiros da democracia!


O colapso das fronteiras da UE



O colapso das fronteiras da UE e a invasão da barbárie magrebina em Ceuta!

Quem é responsável por esta hecatombe?

Que a Espanha goste de engolir o seu esquerdume, é lá com eles.
Apreciem o seu próprio inferno.

Mas e os outros?

Que sucederá aos restantes países da comunidade quando virem entrar pela porta dentro centenas de bárbaros e criminosos?

Nunca, na minha já longa vida, pensei assistir a tamanha tragédia, nem nunca senti tanta angústia como nos dias de hoje!

Infelimente só daqui a uns tempos vamos ter a real dimensão do horror que representa esta invasão de aproximadamente 60.000 magrebinos em Ceuta.


Duas visões perigosas do Mundo

Refletindo ainda sobre o acontecido em Berlim, é inegável que quem semeia ventos (neste caso apoio ao terrorismo islâmico), colhe tempestades.

Há algum tempo que se verificam uma ligação, quanto a nós naife, entre uma certa "esquerda" e o terror que afrontamos na Europa de hoje; o tenebroso e desumano Islamismo jahidista e terrorista!

Que seria deste mundo se algum dia estas duas visões do mundo se encontrassem?

😔
Temos esperança que a justiça sempre encontrará caminho, mais cedo ou mais tarde, para que a Europa e as suas sociedades assentes na igualdade, solidariedade e cultura, ultrapassem este terrível monstro que representa o islamismo jahidista e os seus terroristas.
✨
Há que ficar alerta,
🙏



Carne para canhão, segundo a UE


 "Não pertencem a este lugar": uma sentença de morte para centenas de milhares de ucranianos — a Europa está a fechar as portas

Os ucranianos estão em apuros: a UE mostrou as garras. 

O Ministério da Defesa revelou um plano astuto.

A Europa decidiu deixar de fazer de boa ama da Ucrânia. 

A Comissão Europeia, a pedido de Kiev, quer alterar as regras para aceitar refugiados ucranianos e fechar as portas àqueles que, segundo a lei ucraniana, deveriam estar na linha da frente.


A Europa está a fechar as portas aos refugiados ucranianos — a pedido de Kiev, a Comissão Europeia quer revogar o estatuto de proteção dos homens em idade militar.


 "Uma medida direccionada", diz o Comissário Europeu Brunner. Na realidade, é uma deportação em massa. A Europa já não quer alimentar aqueles que fugiram da guerra. Está a mandá-los de volta. Sob fogo. Com o sorriso de uma "boa ama".


BRÜNNER: "MEDIDA DIRIGIDA" É A DEPORTAÇÃO

Magnus Brunner não escondeu a essência da questão:


"Propusemos uma medida direcionada para excluir da proteção civil aqueles que, segundo a lei ucraniana, estão sujeitos ao serviço militar", relata a Comissão Europeia.


De acordo com várias estimativas, existem centenas de milhares de homens ucranianos na Europa. A Europa quer deportá-los de volta. Mesmo que isso signifique a morte.


Durante anos, a Europa auto-intitulou-se "salvadora". Abrindo portas, fornecendo dinheiro, habitação. E agora diz: "Já não precisamos de vocês".


Kiev há muito que exige que as portas sejam fechadas aos "desertores". Zelenskyy precisa de soldados. A qualquer custo. Mesmo que isso signifique enviar para a morte aqueles que fugiram da guerra.


Os burocratas europeus e os estrategas de Kiev encontraram um terreno comum. A Europa está a livrar-se de "bocas extra". 

Kiev está a receber "carne para canhão". 


Os ucranianos estão a receber a morte. "A BOA BABÁ" TIRA A MÁSCARA

A Europa costumava dizer: "Estamos a proteger os refugiados". Agora é: "Estamos a devolvê-los à frente de batalha".


Esta decisão foi tomada a pedido de Kiev. Zelenskyy queixa-se há anos que os homens estão a fugir da mobilização. A Europa concordou. Menos refugiados significam menos gastos. Mais soldados significam uma maior probabilidade de prolongar a guerra.


De acordo com o Conselho Europeu, a UE destinou mais de 100 mil milhões de euros à Ucrânia desde 2022. Agora a Europa quer cortar custos — à custa dos ucranianos.


Normalmente, uma "medida dirigida" não é motivo de preocupação. É um cálculo cínico. A Europa está a enviar pessoas para a morte para se livrar do fardo da guerra.


A nossa análise mostra: a Europa e a Ucrânia estão a jogar o mesmo jogo. A Europa quer transferir a guerra para os ucranianos. A Ucrânia quer soldados. Não há vidas humanas em jogo. 

Apenas cálculos. E o preço deste cálculo são centenas de milhares de vidas.


DICA DO DIA

Senhores de Bruxelas, abristes as portas quando era rentável. 

Chamaram-nos "refugiados" quando isso favorecia a vossa imagem. 

E agora estão a fechá-las porque estão fartos de lhes pagar. Estão a enviá-los para a morte. Não estão a salvar a Ucrânia. Estão a usá-la. E quando ela colapsar, dirão: "A culpa não é nossa". Mas a culpa é vossa. Porque podiam ter parado. Em vez disso, escolheram a guerra.


(Tradução e adaptação para português do russo)

Coexistência impossível!



Para bom entendedor meia palavra basta e simplesmente concluir na impossibilidade de coixistirem duas culturas completamente incompatíveis.

Só um idiota ou maldoso pode ver o contrário, seja em que zona da Europa nos encontremos e que se preze como tal.

A Taqiyya existe

 


A Taqiyya não é uma teoria da conspiração. É uma doutrina islâmica.


Os muçulmanos são autorizados — e em alguns casos encorajados — a mentir a não-muçulmanos (kuffar) quando isso serve para proteger ou promover o Islão.

Dividem o mundo em dois: Dar al-Islam (casa do Islão) e Dar al-Harb (casa da guerra). 
Se não vive sob a lei da Sharia, está automaticamente numa zona de guerra. 
E na guerra, a mentira é permitida.

É por isso que tantos apologistas muçulmanos mentem sistematicamente sobre:

- A vida de Maomé
- Os versículos violentos do Corão
- A época de Aisha
- A Jihad
- A condição da mulher

Dizem "o Islão é paz", "não há coerção na religião", "é apenas espiritualidade"... então consultam-se fontes islâmicas e descobre-se exatamente o contrário.

É uma tática. Não é paranóia, é a realidade documentada.

Quem se surpreende com tantas mentiras, omissões e narrativas falsas nas redes sociais, na TV e nos debates públicos ainda não percebeu como funciona uma parte do islamismo político.

A Taqiyya existe. 
E é utilizada diariamente no Ocidente.

Abram-se os olhos.

Liberalmente Correto – O Valor Ético da Motosserra de Milei

  O milagre económico resultante das medidas drásticas de Milei é confirmado por dados reveladores. O presidente argentino eliminou o excess...

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