Quando um imã proclama abertamente que o Islão foi enviado para dominar o mundo, para erradicar todas as outras religiões, e que se for necessário lutar, então lutaremos, não está a falar de fé: está a declarar de guerra à coexistência pacífica.
E, no entanto, sempre que alguém se atreve a criticar estas malditas ideias, surge a acusação automática de "islamofobia".
De repente, quem denuncia torna-se o problema, enquanto quem afirma que o mundo deve submeter-se ou morrer finge ser a vítima.
Respeitamos (???? - tenho as minhas dúvidas se merecem esse respeito) as pessoas, sim. Mas não vamos transformar uma ideologia violenta em algo intocável só porque se esconde atrás do nome de Deus.
Se um partido ou movimento político dissesse a mesma coisa, a maldita seita islamo-wokista do costume chamar-lhe-ía fascismo sem pensar duas vezes.
O silêncio é o seu melhor aliado. Falar com clareza é a única forma de defender a coexistência entre muçulmanos, cristãos, judeus, ateus — todos.
Aqueles que proclamam que a paz e a pluralidade devem morrer, não merecem respeito: merecem sim, serem de uma vez silenciados.
Sem comentários:
Enviar um comentário