Alguns muçulmanos dizem-me que vou para o inferno (??), como se me quisessem ofender ou assustar.
Mas o inferno, como dizem, não é para mim, uma ameaça.
O seu paraíso não é um prémio, é um pavor.
É um lugar onde os homens sonham com 72 virgens (???), onde as mulheres passam a vida a controlarem-se por medo, onde tudo gira em torno da cega obediência e do pavor eterno.
Se este é o paraíso islâmico, eu não o quero, até tenho pavor.
Sou feliz aqui, agora, na minha vida sem temer Alá ou outro deusito qualquer.
E se eu acabar no inferno por não acreditar, pois que assim seja; será muito melhor do que passar a eternidade com pessoas motivadas apenas pelo medo da punição, e não pela ética, justiça ou pensamento crítico.
Sobretudo quando as primeiras a pagar pela religião são as mulheres e as raparigas, criadas no controlo, na tirania, no silêncio e na ameaça constante.
Não acredito nem no céu nem no inferno.
Mas se realmente existissem, uma coisa é certa: o paraíso islâmico não me tenta.
E se estiver cheio de pessoas que vivem e julgam assim, então sim, prefiro definitivamente o inferno.
Disse
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