O que têm em comum os islamitas radicais e a extrema-esquerda? O desejo de ver a civilização ocidental ruir.
É por isso que devemos ser extremamente cautelosos quando estes dois mundos se aliam em qualquer questão.
Em teoria, deveriam ser opostos, em extremos ideológicos. Mas não são.
Um utiliza o outro como instrumento. E não é difícil descobrir quem está a usar quem.
A esquerda pode contar as suas próprias histórias, mas os islamitas não são ingénuos: são estratégicos, organizados e calculistas.
Basta observar os planos a longo prazo que desenvolveram para se infiltrarem e transformarem o Ocidente a partir de dentro.
E, observando o que se passa hoje, parece que estão a avançar sem muitos obstáculos.
Quando vemos organizações a financiar protestos liderados pela esquerda, quando vemos causas aparentemente espontâneas apoiadas por redes bem estruturadas e salários elevados, não podemos ignorar. Não é paranóia, é realismo.
Querem que as universidades percam o seu prestígio.
Querem que os alunos sejam doutrinados em vez de educados.
Querem que os jovens repitam slogans em vez de desenvolverem o pensamento crítico.
Querem alimentar o ódio e a divisão, porque o anti-semitismo e o extremismo não surgem do nada: são o sintoma de uma sociedade que abandonou os seus valores fundadores.
Pensar que tudo isto "não me diz respeito" é uma ilusão perigosa.
O objetivo é influenciar todos os aspetos da nossa sociedade, pouco a pouco.

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