A Taqiyya não é uma teoria da conspiração. É uma doutrina islâmica.
Os muçulmanos são autorizados — e em alguns casos encorajados — a mentir a não-muçulmanos (kuffar) quando isso serve para proteger ou promover o Islão.
Dividem o mundo em dois: Dar al-Islam (casa do Islão) e Dar al-Harb (casa da guerra).
Se não vive sob a lei da Sharia, está automaticamente numa zona de guerra.
E na guerra, a mentira é permitida.
É por isso que tantos apologistas muçulmanos mentem sistematicamente sobre:
- A vida de Maomé
- Os versículos violentos do Corão
- A época de Aisha
- A Jihad
- A condição da mulher
Dizem "o Islão é paz", "não há coerção na religião", "é apenas espiritualidade"... então consultam-se fontes islâmicas e descobre-se exatamente o contrário.
É uma tática. Não é paranóia, é a realidade documentada.
Quem se surpreende com tantas mentiras, omissões e narrativas falsas nas redes sociais, na TV e nos debates públicos ainda não percebeu como funciona uma parte do islamismo político.
A Taqiyya existe.
E é utilizada diariamente no Ocidente.
Abram-se os olhos.

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