A traição

 


O Presidente turco disse hoje que voltará a vetar a adesão da Suécia e da Finlândia à NATO se não for cumprido o memorando que prevê a extradição de dezenas de pessoas para a Turquia.

Mais tarde ou mais cedo, tanto a Suécia (quem diria) como a Finlândia, esperemos que venham a pagar pelas traições agora evidenciadas impostas aos Kurdos, afinal aqueles, os Kurdos, que no meio desta vergonha Ocidental, menos mereceriam uma tal atitude das nefandas "democracias coloridas"!

Foi para mim uma desilusão, um murro no estômago. 

Os Nórdicos!! Quem diria??

O sinistro exemplo de "solidariedade" e, como se diz agora, mas afinal erradamente, de "inclusão"! Tenham vergonha, seus canalhas! 

Como já terei dito aqui, não nos admiremos ver o Pashá Erdogan receber o Prémio Nóbel em,.............,Estocolmo! 

Isto não é para esquecer e jamais será para perdoar!

Migrantes e "migrantes"

Migrantes e "migrantes"


Todos os dias os vejo, de manhã e à tarde, quando levo e trago as minhas netas da, e à escola, em Agnano, uma pequena vila secundária da grande cidade de Nápoles.
Já me conhecem o carro.
Quando páro nos semáforos, aproximam-se e saúdam: le Portugais gentil.
Simpáticos, dóceis, temerosos e gentis.
São educados, compreensíveis, tolerantes.
Sorriem sempre.
São nigerianos, guinéus, somalis, yemenitas, senegaleses, congoleses, etc.

Quase todos bonitos e bonitas.
Alguns já os vejo há pelo menos oito anos, desde que dividi a minha estadia de vida entre Sintra e Nápoles.

Ninguém ou poucos lhes liga: são pretos africanos, do impropriamente chamado Terceiro Mundo. Não contam para nenhuma história a não ser para a contabilidade dos esfaimados, mortos e da cínica hipocrisia Ocidental.
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Em compensação, altos, louros, espadaúdos, bem vestidos e trajados, com malas de marca, unhas de gel, cabelos lindos e impecáveis e auto denominados de inteligentes (mas malandros e mafiosos segundo outras latitudes que já os topam há séculos), existem as coqueluche dos cínicos e cada vez mais desavindos europeus ocidentais: os Ukranianos.

“Donos” de um País imaginário, ultimamente governado por um Bobo de Corte, imposto pelo luciférico Império do Mal, sito no outro lado do grande Oceano que esfaimado exige e ameaça com fogo eterno aqueles que não lhe oferecerem armas high theck e uma entrada na colorida e uni córnica "gente" de Bruxelas com passadeira vermelha estendida ao som da grande marcha desta Comunidade administrada por deficientes mentais e gente de mau porte.

Aos poucos apoderam-se de quase tudo: sub repticiamente!

É esta, em Itália, e igualmente em Portugal, a diferença entre migrantes de primeira categoria e migrantes “abaixo de zero”, ao nível de “cão”, promovida por governos Ocidentais hipócritas, por uma comunicação social terrorista e criminosa e por uma propaganda ocidental vil, nefanda e vergonhosa.
Muito mais haveria para dizer, mas será melhor ficar-me por aqui para um dia. tal como acontece com a minha página do Fb, não ser censurado.


 

What`s the difference??

What`s the difference??

Please clarify me!!

Based on the respect their Peoples deserve to those men, based on the patriotic and example values they have offered to their Peoples, besed on the influence they show and influe to their countries, please tell me, if you are able, what´s the difference between these two Memorials (and men)?

 

Lincoln Memorial

Kim Il Sung Memorial









O que custa, é...........!

 

Foto retirada do The Guardian

O QUE CUSTA É…………!

O que custa é reconhecermos que, aquilo que anteriormente assistíamos nas TV´s e ouvíamos nas nossas rádios ou líamos nos nossos jornais sobre barbaridades resultantes de guerras feitas por encomenda, em locais por esse Mundo fora, acontece agora, precisamente agora, na nossa “democrática”, civilizada e “fofinha” Europa.

As bombas que são largadas em Kiev, Kharkiv ou Mariupol em nada diferem daquelas que os americanos largaram em Baghdad, Trípoli ou Belgrado (só para falar destas e por defeito).

O que nos custa é ver que afinal as pessoas que fogem da guerra da Ukrania, para a Polónia, Hungria e outros países do leste europeu, são bonitas pessoas brancas, louras ou morenas, bem vestidos, com malas de alguma qualidade e em carros privados. Não se vê nada semelhante aos miseráveis refugiados Iemenitas, Sírios ou Iraquianos com sacos de plástico, trouxas na mão e as miseráveis havaianas terceiro mundistas.

O que se vê é uma Europa inteira horrorizada perante um cenário de caos e catástrofe que jamais admitiu poder vir a acontecer no interior das suas fronteiras e sentir que afinal em nada difere, seja na dor ou no sentimento de tristeza e angústia de qualquer Sírio ou Iemenita.

O que se vê é uma Europa em estado de pânico perante a realidade que representa um adversário, o Russo que, quer se queira ou não, esteve, está e estará à altura de nos desafiar a qualquer momento e eventualmente com força para se fazer respeitar e a quem nada poderemos impor, que sempre nos olhou do outro lado do espelho, que sempre reprovou e reprovará o nosso modo de vida e com o qual teremos de contar, goste-se ou não!

O que nos custa, mas fingimos que não, é reconhecer que uma potência Mundial, os Estados Unidos, foram os responsáveis que nos empurraram sem vergonha nem pudor, para a situação de subalternização e pavor que agora nos encontramos.

Foto retirada do China Daily

Os americanos nunca nos “viram” com bons olhos, nunca gostaram de nós e sempre nos desprezaram, humilharam, fazendo dos europeus os idiotas úteis e fofos, fáceis de manejar através de organismos “internacionais” de carácter agressivo, manhoso e mafioso como o são por exemplo entre outros, a NATO e os “Tribunais” Internacionais, onde se julga a bel prazer sem qualquer contraditório e sempre de acordo, como tem sido até agora, segundo a directiva e teoria do “vencedor dos bons princípios” das contendas em causa, tenham sido elas na ex Jugoslávia, Síria ou no Iraque!

Aos outros, conhecidos como os “Maus”, resta amouxar sem apelo nem agravo, engolindo em seco o gosto amargo da muita mentira e de outra tanta injustiça, atiçada pelo terrorismo de uma comunicação social vendida, imbecil e miseravelmente canalha.

O que nos custa, a muitos de nós, é não ter possibilidades, perante as novas censuras e controlo de acessos a outras informações veiculadas pelos “Maus” de poder analisar em conformidade e assumir uma posição mais condizente e equilibrada perante a realidade dos factos.

Assim qualquer um pode ser juiz de causa, sem ter necessidade de se alongar numa pesquiza mais profícua e profunda, e que ao menos nos transmita um maior equilíbrio de análise e aceitação de um veredito final.

O que custa é vermos todas as portas para um verdadeiro cessar fogo fecharem-se constantemente com o nascimento quase espontâneo de novas medidas bélicas de ambos os lados, agressões verbais e ameaças ao uso de armas nucleares, no sentido de aos poucos nos mentalizarmos que cada vez mais se  aproxima a deflagração de uma guerra mundial que ninguém irá vencer.

 


As "Importações paralelas" da Rússia

"Importações paralelas" da Rússia! 

Mais uma maneira de "lixar" as sanções impostas pela UE e USA!

"Importações paralelas" na Rússia: história e perspectivas

O primeiro-ministro russo Mikhail Mishustin assinou recentemente um decreto que introduz um sistema de "importações paralelas" no país. A lista de produtos que entrarão no nosso país por esta via será estabelecida pelo governo.


Ver mais em https://port.pravda.ru/busines/54327-historia_perspectivas/

Ou seja, dito de forma simples, a Rússia precisa de microchips taiwaneses, por exemplo. Mas Taiwan impôs sanções àquele País e não quer negociar com eles em electrónica. No entanto quer negociar estes produtos electrónicos com, digamos, a Índia. 
A Índia, por sua vez, não impôs restrições comerciais à Rússia. Deste modo a Índia pode comprar os chips de Taiwan e vendê-los na Rússia, independentemente do que as corporações de electrónica de Taiwan quiserem.

Ou seja; resolve-se o problema "por caminhos laterais"! Tudo certo. Cada um defende-se como pode e sabe.

Cultura da censura

Artigo retirado da plataforma italiana EreticaMente, escrito por Roberto Pecchioli com o título de Cultura della cancellazione, totalitarismo invertito ( Cultura da censura e do totalitarismo invertido).


Numa altura em que me retiram o direito de acesso às minhas fontes informativas, conhecidas por tal gente como "Maus", nunca cessarei de as procurar por todos os restantes meios ao meu dispor e tentar apresentar aos meus amigos e outros leitores, embora com as limitações e as censuras que, com o advento de uma guerra na Ukrania nunca, por razões evidentes, foi devidamente explicada, os "Bons" criminosamente e sem vergonha nos sonegam.



Esta tradução e a adaptação para um Português genuino (e não aproximações) foi feita por mim!


"Ser o dono das palavras, dos termos e significados, significa dominar o universo interior dos indivíduos e das massas. 

Daí o enorme impacto da linguagem da nefanda teoria do politicamente correto, que neutraliza centenas de conceitos e acaba convencendo que branco é preto. 

Para as bruxas de Macbeth, condutoras da tragédia do desejo de poder, o feio é belo, o belo torna-se feio. 

Tal gente inverteu as polaridades da moralidade e da ética, do bom senso e da razão. Tal gente construiu o caos, a desordem, a destruição.

A cultura do cancelamento surge nos Estados Unidos como uma rejeição da civilização europeia por "homens brancos heterossexuais mortos". 

Nasceu de uma enviesada e maldosa visão da realidade exportada para o exterior pela Escola de Frankfurt e pela Teoria Crítica. 

É o que o francês Derrida chamou de desconstrução, em particular a concepção de linguagem como chave para desvendar os "erros" introduzidos no subconsciente por meio do léxico. 

Uma série de relações de poder infiltrariam-se nas diversas construções culturais que moldariam o nosso comportamento. 

A tarefa da desconstrução é desmantelar, destruir tudo e revogar as injustiças encerradas na enciclopédia do conhecimento humano."

Templos da Nova Religião imposta!

  Ao ler-se o Público, o Expresso, a Visão e o Diário de Notícias, ao ver-se a SIC Notícias e ao ouvir-se a TSF, fica-se com a sensação que ...

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