QUEM VEM À RÚSSIA COM UMA ESPADA (poema)

 


QUEM VEM À RÚSSIA COM UMA ESPADA


Quem vem à RÚSSIA com uma espada –

Cairá pela espada!

Quem traz infortúnio –

Encontrará a morte entre nós!

 

Quem vem à RÚSSIA com bondade –

Eu o considerarei um irmão.

 Não venha como inimigo -

À Santa Rússia!

 

Não vá à RÚSSIA,

Com o mal-escondido em seu coração.

Saiba que naquela terra

Sua morte reside.

 

Quem foi como inimigo,

Jaz na terra.

 Os russos, em qualquer

Guerra, sempre vencerão.

 

Venha como amigo

À nossa pátria eslava,

Mas nunca

Vá como inimigo!

 

© Stepan Kadashnikov

 (tradução do Russo de GM)



Mulher; liberdade e independência

 


Constantemente ouvimos falar de injustiças do passado, do que aconteceu séculos atrás.
Mas enquanto todos olham para trás, algo está a acontecer hoje, bem diante dos nossos olhos.
Em 15 países do Oriente Médio, incluindo Gaza, existem leis que obrigam as mulheres a obedecerem aos seus maridos. Não são opiniões.
São leis.
Em muitas dessas sociedades, também existe um sistema de tutela masculina: uma mulher precisa da autorização do marido para trabalhar, viajar, sair de casa, estudar e receber atendimento médico.
E não ficamos por aí.
Os crimes de honra, em que mulheres são mortas pelos seus pais ou irmãos por "desonrarem" a família, são tão frequentes que muitas vezes não há nem mesmo uma contagem precisa. Em 59 países, não existem leis contra o assédio sexual no local de trabalho. Em muitos, não existem leis contra a violência doméstica ou o estupro marital. Em 20 países, se um homem estupra uma mulher, este pode evitar ser processado casando-se com a vítima. Em muitas sociedades, ainda existem leis que determinam quais os trabalhos que uma mulher pode ou não fazer. Em todo o mundo, 30 países praticam a mutilação genital feminina. E cerca de 650 milhões de mulheres vivas hoje, foram casadas ainda crianças. Se realmente queremos mudar o mundo, se realmente queremos falar sobre justiça social, então devemos ter a coragem de olhar onde a injustiça realmente existe, neste momento. Este é o apartheid que merece nossa total atenção: o apartheid de gênero. A verdadeira batalha da civilização deve ser uma só:
Das montanhas ao rio, deste ao mar, toda a mulher deve ser livre e independente.

O terror islamista e os seus amigos radicais de "esquerda""


 

O que têm em comum os islamitas radicais e a extrema-esquerda? O desejo de ver a civilização ocidental ruir.

É por isso que devemos ser extremamente cautelosos quando estes dois mundos se aliam em qualquer questão. 

Em teoria, deveriam ser opostos, em extremos ideológicos. Mas não são. 

Um utiliza o outro como instrumento. E não é difícil descobrir quem está a usar quem.

A esquerda pode contar as suas próprias histórias, mas os islamitas não são ingénuos: são estratégicos, organizados e calculistas.

Basta observar os planos a longo prazo que desenvolveram para se infiltrarem e transformarem o Ocidente a partir de dentro. 

E, observando o que se passa hoje, parece que estão a avançar sem muitos obstáculos.

Quando vemos organizações a financiar protestos liderados pela esquerda, quando vemos causas aparentemente espontâneas apoiadas por redes bem estruturadas e salários elevados, não podemos ignorar. Não é paranóia, é realismo.

Querem que as universidades percam o seu prestígio. 

Querem que os alunos sejam doutrinados em vez de educados. 

Querem que os jovens repitam slogans em vez de desenvolverem o pensamento crítico. 

Querem alimentar o ódio e a divisão, porque o anti-semitismo e o extremismo não surgem do nada: são o sintoma de uma sociedade que abandonou os seus valores fundadores.

Pensar que tudo isto "não me diz respeito" é uma ilusão perigosa. 

O objetivo é influenciar todos os aspetos da nossa sociedade, pouco a pouco.

Devolve-me o meu filho, Céu.



Devolva-me o meu filho, céu!

A alma de uma mãe clama...

Como posso viver neste mundo,

Quando o chão desapareceu debaixo dos meus pés!


Como acalmar a alma,

Quando não há esperança?

O inverno ruge como uma tempestade de neve,

Bloqueando toda a luz...


Devolvam-me o meu filho, céu!

Porque precisam do meu filho?

Vocês cegamente levam-nos

Todos aqueles que nunca viveram!


Aqueles que nunca souberam o que significa

Respirar, caminhar, amar,

Partilhar a alegria,

Criar os filhos...


Devolvam-me o meu filho, céu!

A minha alma clama na escuridão...

Pois a sua morte é absurda -

Desafia a razão!


Autora: Lyubov Kareeva

(Traduzido do Russo por Guilherme Morgado)

QUEM VEM À RÚSSIA COM UMA ESPADA (poema)

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