Mulher; liberdade e independência

 


Constantemente ouvimos falar de injustiças do passado, do que aconteceu séculos atrás.
Mas enquanto todos olham para trás, algo está a acontecer hoje, bem diante dos nossos olhos.
Em 15 países do Oriente Médio, incluindo Gaza, existem leis que obrigam as mulheres a obedecerem aos seus maridos. Não são opiniões.
São leis.
Em muitas dessas sociedades, também existe um sistema de tutela masculina: uma mulher precisa da autorização do marido para trabalhar, viajar, sair de casa, estudar e receber atendimento médico.
E não ficamos por aí.
Os crimes de honra, em que mulheres são mortas pelos seus pais ou irmãos por "desonrarem" a família, são tão frequentes que muitas vezes não há nem mesmo uma contagem precisa. Em 59 países, não existem leis contra o assédio sexual no local de trabalho. Em muitos, não existem leis contra a violência doméstica ou o estupro marital. Em 20 países, se um homem estupra uma mulher, este pode evitar ser processado casando-se com a vítima. Em muitas sociedades, ainda existem leis que determinam quais os trabalhos que uma mulher pode ou não fazer. Em todo o mundo, 30 países praticam a mutilação genital feminina. E cerca de 650 milhões de mulheres vivas hoje, foram casadas ainda crianças. Se realmente queremos mudar o mundo, se realmente queremos falar sobre justiça social, então devemos ter a coragem de olhar onde a injustiça realmente existe, neste momento. Este é o apartheid que merece nossa total atenção: o apartheid de gênero. A verdadeira batalha da civilização deve ser uma só:
Das montanhas ao rio, deste ao mar, toda a mulher deve ser livre e independente.

O terror islamista e os seus amigos radicais de "esquerda""


 

O que têm em comum os islamitas radicais e a extrema-esquerda? O desejo de ver a civilização ocidental ruir.

É por isso que devemos ser extremamente cautelosos quando estes dois mundos se aliam em qualquer questão. 

Em teoria, deveriam ser opostos, em extremos ideológicos. Mas não são. 

Um utiliza o outro como instrumento. E não é difícil descobrir quem está a usar quem.

A esquerda pode contar as suas próprias histórias, mas os islamitas não são ingénuos: são estratégicos, organizados e calculistas.

Basta observar os planos a longo prazo que desenvolveram para se infiltrarem e transformarem o Ocidente a partir de dentro. 

E, observando o que se passa hoje, parece que estão a avançar sem muitos obstáculos.

Quando vemos organizações a financiar protestos liderados pela esquerda, quando vemos causas aparentemente espontâneas apoiadas por redes bem estruturadas e salários elevados, não podemos ignorar. Não é paranóia, é realismo.

Querem que as universidades percam o seu prestígio. 

Querem que os alunos sejam doutrinados em vez de educados. 

Querem que os jovens repitam slogans em vez de desenvolverem o pensamento crítico. 

Querem alimentar o ódio e a divisão, porque o anti-semitismo e o extremismo não surgem do nada: são o sintoma de uma sociedade que abandonou os seus valores fundadores.

Pensar que tudo isto "não me diz respeito" é uma ilusão perigosa. 

O objetivo é influenciar todos os aspetos da nossa sociedade, pouco a pouco.

Devolve-me o meu filho, Céu.



Devolva-me o meu filho, céu!

A alma de uma mãe clama...

Como posso viver neste mundo,

Quando o chão desapareceu debaixo dos meus pés!


Como acalmar a alma,

Quando não há esperança?

O inverno ruge como uma tempestade de neve,

Bloqueando toda a luz...


Devolvam-me o meu filho, céu!

Porque precisam do meu filho?

Vocês cegamente levam-nos

Todos aqueles que nunca viveram!


Aqueles que nunca souberam o que significa

Respirar, caminhar, amar,

Partilhar a alegria,

Criar os filhos...


Devolvam-me o meu filho, céu!

A minha alma clama na escuridão...

Pois a sua morte é absurda -

Desafia a razão!


Autora: Lyubov Kareeva

(Traduzido do Russo por Guilherme Morgado)

Antes o Inferno

 


Alguns muçulmanos dizem-me que vou para o inferno (??), como se me quisessem ofender ou assustar.

Mas o inferno, como dizem, não é para mim, uma ameaça. 
O seu paraíso não é um prémio, é um pavor.
 
É um lugar onde os homens sonham com 72 virgens (???), onde as mulheres passam a vida a controlarem-se por medo, onde tudo gira em torno da cega obediência e do pavor eterno. 

Se este é o paraíso islâmico, eu não o quero, até tenho pavor.

Sou feliz aqui, agora, na minha vida sem temer Alá ou outro deusito qualquer.
 
E se eu acabar no inferno por não acreditar, pois que assim seja; será muito melhor do que passar a eternidade com pessoas motivadas apenas pelo medo da punição, e não pela ética, justiça ou pensamento crítico.

Sobretudo quando as primeiras a pagar pela religião são as mulheres e as raparigas, criadas no controlo, na tirania, no silêncio e na ameaça constante.

Não acredito nem no céu nem no inferno. 
Mas se realmente existissem, uma coisa é certa: o paraíso islâmico não me tenta. 

E se estiver cheio de pessoas que vivem e julgam assim, então sim, prefiro definitivamente o inferno.

Disse

A "esquerda" wokista e o Irão

 


Não é difícil compreender porque é que uma certa esquerda, erradamente chamada de "progressista" permanece em silêncio perante o massacre sem precedentes que ocorre no Irão. 

A razão é simples: destrói a sua narrativa.

Milhões de iranianos estão-se a revoltar contra um regime islâmico brutal, aliás. como todos os regimes islâmicos. 
Milhares de pessoas estão a ser mortas, executadas, a internet e os serviços essenciais estão a ser cortados para abafar dissidências. 
Mesmo assim, homens e mulheres continuam a sair à rua com uma coragem extraordinária e uma valentia invulgar.

E nas ruas do Ocidente? 
Sem grandes marchas. Sem hashtags virais. Nenhuma resolução da incompetente ONU que cause comoção. 
E porquê?

Não é confusão. É constrangimento.

Os protestos no Irão expõem a mentira sobre a qual muitos construíram a sua identidade moral: o Islão é sempre a vítima, o Ocidente é sempre o culpado, a violência islâmica é sempre auto denominada de "resistência".

Mas a República Islâmica do Irão destrói tudo, porque são as pessoas que vivem sob um regime islâmico que estão a demonstrar que o sistema é opressivo. Se esta o admite, todo o castelo ideológico se desmorona.

Devemos reconhecer que o islamismo político não é "mal compreendido". É repressivo, é violento, é desumano. Que o problema não é o Ocidente, mas sim uma ideologia tirânica.

E quando alguém da "esquerda" radical wokista tenta manifestar-se, que vê iranianos a serem mortos nas ruas, ainda assim arranja uma forma cobarde de culpar os Estados Unidos e Israel, sem uma simples palavra de solidariedade para com aqueles que arriscam a vida.

Estar verdadeiramente ao lado dos iraniano significaria escolher a verdade em vez de ideologia tirânica e assassina.

E é essa a única escolha que, infelizmente, não querem fazer.

O problema é a ideologia!

 


O problema com o terrorismo islâmico não é a etnia; é a ideologia.

Vejam-se os fatos.

Na Nigéria, muçulmanos matam cristãos.

Na Índia, muçulmanos matam hindus.

Em Israel, muçulmanos matam judeus.

No Afeganistão, muçulmanos matam não muçulmanos.

No Irão, muçulmanos matam outros iranianos.

E nos Estados Unidos, um muçulmano matou um americano (pode acontecer em qualquer País europeu).

Percebe-se o fio condutor, ou devo continuar?

Alguém deveria dizer claramente ao Presidente Trump: se o senhor realmente quer combater o terrorismo islâmico nos Estados Unidos, pare de atacar países inteiros e comece a atacar a ideologia que une todos esses atos terroristas.

Não existem mil opções.

Ou se escolhe o maldito politicamente correto e se ignora o problema, ou se ataca a causa pela raiz antes que nós ou as pessoas que nós amamos, se tornem vítimas daqueles que atiram enquanto gritam monstruosos slogans religiosos.




Islamização do Ocidente

 


A islamização do Ocidente não avança subitamente, mas por etapas, lentamente, até se tornar "normal".


Fase 1: Imigração em massa e vitimização. Tudo parece pacífico: concessões culturais, halal por todo o lado, adaptações silenciosas nos espaços públicos.


Fase 2: Os números crescem e a presença torna-se visível. Orações nas ruas, praças ocupadas, entrada na política, salas de oração nas instituições. A fé deixa de ser privada.


Fase 3: A religião sai das mesquitas e invade o quotidiano. Referências religiosas em espaços públicos, pressão cultural, tensões sociais. Na ausência de uma integração real, alguns modelos culturais entram em conflito direto com os direitos e liberdades ocidentais.


Fase 4: A tentativa de impor regras. O laicismo, a liberdade de expressão e a igualdade perante a lei são postos em causa. Os críticos são acusados, intimidados, silenciados.

Não se trata de ódio.

Trata-se de fronteiras, regras e valores.

A coexistência só existe se o direito civil se mantiver superior a qualquer religião. Quando isso falha, não se trata de pluralismo. 

É uma cedência cultural.

Mulher; liberdade e independência

  Constantemente ouvimos falar de injustiças do passado, do que aconteceu séculos atrás. Mas enquanto todos olham para trás, algo está a aco...

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