
O proprietário recebeu a indeminização. Comprou um carro de 40 ou 50 mil euros. É iletrado como se impõe, vai lambusar-se alarvemente nos restaurantes, deixa de investir (porque é normalmente estúpido), gasta o dinheiro e depois exige apoio do Estado. O habitual de todos os "investidores" tugas que dado terem vistas e ideias curtas só vêm a curto prazo.
Estufa de criação de citrinos em Lepe-Espanha!

O proprietário continua a investir. Comprou um carro de 10 ou 12 mil euros. Entra numa cooperativa de produção agrícola, vai-se alimentando para viver, continua a investir (porque não é parvo nem tuga), gasta o dinheiro em novos terrenos ou numa pequena industria de embalamento automático de produtos alimentares. Pede um apoio ao Estado para eventualmente adquirir um armazém de produtos para exportação.
O habitual de todos os investidores espanhois.
Aqui está uma pequeníssima e sucinta explicação para o facto de eles crescerem entre 3 a 3,5% ao ano.
Percebeu?? Senão percebeu é porque é português.
Azar o seu.
E o meu tambem que em nada contribui para se chegar ao estado em que estamos nesta papalheira e ter de aturar esta droga!
Realmente as diferenças são grandes!
E cada vez maiores!
E cada vez melhores para eles "nuestros hermanos" e pior para nós!
Para além de sermos um país de calhaus em termos geológicos, somo-lo também nos mais pequenos pormenores da nossa vivência social, económica, política e o que mais houver por aí fora.
Não é necessário ir muito longe.
Não é necessário falar em Madrid, Barcelona, Valência ou Sevilha.
Basta aqui próximo de Huelva, mesmo ao lado.
Caso tivessemos vergonha na "fronha" e sentíssemos um pouco de pudor em sermos tão "calhaus", pelo menos aprendessemos aquilo que eles fazem bem.
Mas não!
Haja festa e Feliz Ano Novo!






