Antes o Inferno
A "esquerda" wokista e o Irão
Não é difícil compreender porque é que uma certa esquerda, erradamente chamada de "progressista" permanece em silêncio perante o massacre sem precedentes que ocorre no Irão.
O problema é a ideologia!
O problema com o terrorismo islâmico não é a etnia; é a ideologia.
Vejam-se os fatos.
Na Nigéria, muçulmanos matam cristãos.
Na Índia, muçulmanos matam hindus.
Em Israel, muçulmanos matam judeus.
No Afeganistão, muçulmanos matam não muçulmanos.
No Irão, muçulmanos matam outros iranianos.
E nos Estados Unidos, um muçulmano matou um americano (pode acontecer em qualquer País europeu).
Percebe-se o fio condutor, ou devo continuar?
Alguém deveria dizer claramente ao Presidente Trump: se o
senhor realmente quer combater o terrorismo islâmico nos Estados Unidos, pare
de atacar países inteiros e comece a atacar a ideologia que une todos esses
atos terroristas.
Não existem mil opções.
Ou se escolhe o maldito politicamente correto e se ignora o
problema, ou se ataca a causa pela raiz antes que nós ou as
pessoas que nós amamos, se tornem vítimas daqueles que atiram enquanto gritam monstruosos slogans religiosos.
Islamização do Ocidente
A islamização do Ocidente não avança subitamente, mas por etapas, lentamente, até se tornar "normal".
Fase 1: Imigração em massa e vitimização. Tudo parece pacífico: concessões culturais, halal por todo o lado, adaptações silenciosas nos espaços públicos.
Fase 2: Os números crescem e a presença torna-se visível. Orações nas ruas, praças ocupadas, entrada na política, salas de oração nas instituições. A fé deixa de ser privada.
Fase 3: A religião sai das mesquitas e invade o quotidiano. Referências religiosas em espaços públicos, pressão cultural, tensões sociais. Na ausência de uma integração real, alguns modelos culturais entram em conflito direto com os direitos e liberdades ocidentais.
Fase 4: A tentativa de impor regras. O laicismo, a liberdade de expressão e a igualdade perante a lei são postos em causa. Os críticos são acusados, intimidados, silenciados.
Não se trata de ódio.
Trata-se de fronteiras, regras e valores.
A coexistência só existe se o direito civil se mantiver superior a qualquer religião. Quando isso falha, não se trata de pluralismo.
É uma cedência cultural.
Antes o Inferno
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