A islamização do Ocidente não avança subitamente, mas por etapas, lentamente, até se tornar "normal".
Fase 1: Imigração em massa e vitimização. Tudo parece pacífico: concessões culturais, halal por todo o lado, adaptações silenciosas nos espaços públicos.
Fase 2: Os números crescem e a presença torna-se visível. Orações nas ruas, praças ocupadas, entrada na política, salas de oração nas instituições. A fé deixa de ser privada.
Fase 3: A religião sai das mesquitas e invade o quotidiano. Referências religiosas em espaços públicos, pressão cultural, tensões sociais. Na ausência de uma integração real, alguns modelos culturais entram em conflito direto com os direitos e liberdades ocidentais.
Fase 4: A tentativa de impor regras. O laicismo, a liberdade de expressão e a igualdade perante a lei são postos em causa. Os críticos são acusados, intimidados, silenciados.
Não se trata de ódio.
Trata-se de fronteiras, regras e valores.
A coexistência só existe se o direito civil se mantiver superior a qualquer religião. Quando isso falha, não se trata de pluralismo.
É uma cedência cultural.
