José Sócrates apupado por manifestantes que exigiram direito à negociação colectiva
(in Público de 30 de Janeiro de 2008)
Há limites para tudo. Mas lutas e contestações que são mais do que legítimas podem ser postas em causa quando se entrega a “palavra” a quem na maioria dos casos é apanhado nas “esquinas” e sem saber a razões que fundamentam a razão, utiliza a ordinarice verbal para agredir um membro do governo do País.
Começa a ser lamentável e intolerável que este tipo de manifestação "espontânea" e grosseira sirva única e exclusivamente para a ofensa alarve e pessoal ao 1º Ministro, goste-se ou não dessa pessoa.
Não me venham dizer que é um sentimento "revolucionário, popular, democrático e cultural", chamar de filho "disto e daquilo" em altos berros e guinchos animalescos no meio da rua a uma caravana governamental.
Provavelmente depois da lamentável cena e da organização promotora do evento da nacional-ordinarice dar de agradecimento umas palmadas nas costas aos intervenientes, esses maganos vão de seguida comer umas sandes de coirato, beber uns canecos e limpar a boca besuntada de gordura com as costas da mão como se impõe a alarves deste tipo, convencidos que ajudaram à luta contra o Governo de Sócrates!
De "olhos" esbugalhados e sentimentos necrófagos os pivots das nossas tristes TV´s cobriram este espectáculo de divina estupidez e à imagem do que foi o caso de Alijó prospegaram no éter esta imagem de degradante subdesenvolvimento popular.
É para els mais importante filmar esta seita do que a inauguração de uma nova fábrica de alta tecnologia. Enfim, há gostos para tudo!
Em Portugal não há maneira de se aceitar que as coisas têm de mudar e as mudanças muitas vezes doem a sério.
Volta Karl, estás perdoado
Volta Karl Marx. Estás perdoado!
Nunca mais vamos falar mal de ti e das tuas teorias que tão bem descreveste na tua obra O Capital.
O teu azar foi teres escrito para eruditos e esses teus ensinamentos terem caído nas mãos de pseudo “amigos do povo” que os adulteraram e que tão mal nos fizeram durante tantos anos.
Mas volta por favor.
Dá-nos uma segunda chance.
Prometemos não cair nas asneiras anteriores, resolveremos algumas “questões” que ingenuamente não se souberam controlar na altura e tentaremos seguir os teus ensinamentos não repetindo as asneiras que fizemos.
É que neste mundo global tem-nos calhado uma seita de gatunos, piratas, tratantes, cáfilas e figurões que se por acaso renascesses agora morrerias de terror e de medo perante toda esta barbárie capitalista que nos suga até ao tutano. Com supless, bem sei, mas com uma eficácia tremenda.
E pior ainda; oferecem-nos este mundo e o outro a mensalidades suaves e quando reparamos nem que vivêssemos duas vidas a pão e água conseguiríamos pagar o que devemos.
Volta companheiro.
Volta mas vem preparado pois se vieres só com retórica não te vais desenrascar! Percebeste o que eu disse nas entrelinhas?
C´um caraças. É só asneira
Em Portugal um “Botas cardadas” chama PIDE aos funcionários da ASAE em altos berros e com aquela cara de besunta, para toda a piolheira ouvir.
Não pode ser normal quem faz uma comparação destas.
No more coments.
Tanta asneira dita por anormais como este está o País cheio.
Ao INEM nada corre bem (começo-me a aperceber que propositadamente).
Para além da característica dos portugueses em contestar tudo o que é novo, parece evidente que o azar bate diariamente à porta deste organismo.
Estou em crer que alguns "jeitosos" andam num afã diário à procura das grandes “caldeirada” nas urgências dos Hospitais e nas escutas do INEM para que à boa maneira lusitana se faça o que nós adoramos fazer; queixinhas, maledicência seja do que for, bisbilhotice, trafulhice, etc!
Já por muitas vezes tenho aqui expressado a minha tristeza e angústia pela maneira como nos comportamos em sociedade.
Depois de ouvir aquele incrível telefonema entre o bombeiro (????) ou lá o que era com a senhora do INEM sobre o caso de Alijó, horroriza-me verificar que este povo chegou a um estado tal de insanidade que só encontra paralelo em alguns países Africanos. Talvez num ou noutro país da América Latina.
Vergonhoso! E vergonha a mais dói muito, principalmente para quem não se vê nem se quer misturar com esta maltosa!
As lamúrias, as queixinhas e os ramelosos choradinhos perante as câmaras de televisão são o pão-nosso de cada dia.
São o nosso alimento amassado com diárias visões de telenovelas onde tudo se dá mal, onde uns berram com os outros; onde um fulano tem de um filho de uma "tipa" que nunca soube que existia e por sua vez a irmã dela é neta do motorista que por sinal, sem saber, vai ser rico, ser um gestor de sucesso e comentador assuntos de economia num canal privado da TV Portuguesa (como se impõe nesta miséria alegre).
Realmente neste País o orgulho patriótico só pode existir quando se ganha um desafio de futebol a nível de selecção ou quamdo se come bacalhau com batatas, algo que faz virar as tripas a qualquer Norueguês, Sueco, Dinamarquês ou Islandês.
Magro e paupérrimo contentamento!
Mas..........valha-nos ao menos hoje o Sporting ter encavado o FCP!
Não pode ser normal quem faz uma comparação destas.
No more coments.
Tanta asneira dita por anormais como este está o País cheio.
Ao INEM nada corre bem (começo-me a aperceber que propositadamente).
Para além da característica dos portugueses em contestar tudo o que é novo, parece evidente que o azar bate diariamente à porta deste organismo.
Estou em crer que alguns "jeitosos" andam num afã diário à procura das grandes “caldeirada” nas urgências dos Hospitais e nas escutas do INEM para que à boa maneira lusitana se faça o que nós adoramos fazer; queixinhas, maledicência seja do que for, bisbilhotice, trafulhice, etc!
Já por muitas vezes tenho aqui expressado a minha tristeza e angústia pela maneira como nos comportamos em sociedade.
Depois de ouvir aquele incrível telefonema entre o bombeiro (????) ou lá o que era com a senhora do INEM sobre o caso de Alijó, horroriza-me verificar que este povo chegou a um estado tal de insanidade que só encontra paralelo em alguns países Africanos. Talvez num ou noutro país da América Latina.
Vergonhoso! E vergonha a mais dói muito, principalmente para quem não se vê nem se quer misturar com esta maltosa!
As lamúrias, as queixinhas e os ramelosos choradinhos perante as câmaras de televisão são o pão-nosso de cada dia.
São o nosso alimento amassado com diárias visões de telenovelas onde tudo se dá mal, onde uns berram com os outros; onde um fulano tem de um filho de uma "tipa" que nunca soube que existia e por sua vez a irmã dela é neta do motorista que por sinal, sem saber, vai ser rico, ser um gestor de sucesso e comentador assuntos de economia num canal privado da TV Portuguesa (como se impõe nesta miséria alegre).
Realmente neste País o orgulho patriótico só pode existir quando se ganha um desafio de futebol a nível de selecção ou quamdo se come bacalhau com batatas, algo que faz virar as tripas a qualquer Norueguês, Sueco, Dinamarquês ou Islandês.
Magro e paupérrimo contentamento!
Mas..........valha-nos ao menos hoje o Sporting ter encavado o FCP!
Isto é que é um Zé Povinho!!!

Este Zé Povinho, este Zé Povinho. E depois não querem que se lhes chamem tugas, tugaria, portugas, puto!
Vejam esta;
No ginásio onde três vezes por semana procuro manter a “linha”, deparei-me ontem com o facto da administração daquele clube ter começado a retirar as saboneteiras individuais que existiam em alguns compartimentos dos duches.
Não é que me preocupe muito com esse facto, mas como aos poucos me apercebo que hoje é o sabonete, amanhã será a toalha e depois os cacifos, fiz-me de ingénuo e fui perguntar à simpática recepcionista qual a razão desse cuidadoso e rápido afã.
“Sabe o senhor deve ter reparado que já há algum tempo nos roubaram todos os chuveiros, depois foram os frascos do sabonete líquido, a seguir foram os próprios suportes dos frascos, os toalheiros também sumiram e os tapetes de borracha do chão que existiram em tempos, foram à vida ainda o clube tinha acabado de ser inaugurado e isto há cerca de seis anos. Pedimos desculpa mas foram as directivas da administração”.
“Pedimos desculpa mas………..”?? Depois da sujeição a tanto vandalismo ainda se pede desculpa?
Esta é nova!
Com gente assim é uma perca de tempo pedir desculpa. Só dá vontade, no mínimo de os mandar tomar duche com água fria, gelada, tipo picaretas e fazê-los escorregar no corredor cheio do sabão para baterem cpom os costados no chão. Grandes tratantes!
Depois querem que se goste deles!!
Longe, bem longe!!
Provocaçãozinha
Lançar provocação p´ró ar sabe sempre bem, activa o ego, a circulação sanguinea, baixa a pressão da mesma, cria reacções opostas muitas vezes acaloradas de tal modo que as coisas nunca mais voltam à sua posição inicial.
Aqui vai uma para a ASAE.

Mas pior que eles são seguramente os Inquisidores dos movimentos anti-tabágicos, Páduas e quejandos!
Verdade seja dita que ontem fui a um restaurante e o ambiente sem fumo até foi mais salutar.
O problema é que saí de lá com a roupa a exalar um agoniante odor a comida muito pior que a tabaco queimado!
Aqui vai uma para a ASAE.

Mas pior que eles são seguramente os Inquisidores dos movimentos anti-tabágicos, Páduas e quejandos!
Verdade seja dita que ontem fui a um restaurante e o ambiente sem fumo até foi mais salutar.
O problema é que saí de lá com a roupa a exalar um agoniante odor a comida muito pior que a tabaco queimado!
BCP. G´anda tareão
BCP, Soube agora mesmo; vitória de Carlos Ferreira com 97,76% dos votos!!! Quer se queira ou não grande vitória do Governo e grande vitória do Estado.
Um tareão de se lhe tirar o chapeu!! Sem espinhas! Limpinho!
Cadilhe 2,14% dos votos!! Mas quem é que gosta destes gajos?? E agora o que é que o Menezes vai dizer?? Vai culpar o Governo de quê?? Qual a desculpa agora??
Para quem se farta de exigir mais "Privado" e menos "Estado" aqui está a realidade do nosso País; Estadodependência.
E porquê??
Por causa da arrogância mesquinha, da incompetência, da ignorância, da estupidez e cupidez dos nossos "privados", dos nosso "gestores" da treta, dos nossos "investidores" acéfalos.
Aliás começa a ser evidente que a crise só a eles se deve! Jamais a quem trabalha!
Um tareão de se lhe tirar o chapeu!! Sem espinhas! Limpinho!
Cadilhe 2,14% dos votos!! Mas quem é que gosta destes gajos?? E agora o que é que o Menezes vai dizer?? Vai culpar o Governo de quê?? Qual a desculpa agora??
Para quem se farta de exigir mais "Privado" e menos "Estado" aqui está a realidade do nosso País; Estadodependência.
E porquê??
Por causa da arrogância mesquinha, da incompetência, da ignorância, da estupidez e cupidez dos nossos "privados", dos nosso "gestores" da treta, dos nossos "investidores" acéfalos.
Aliás começa a ser evidente que a crise só a eles se deve! Jamais a quem trabalha!
O que dizem de nós e o que somos
"Povo Persa; sois ricos em cultura e talento. Tendes o direito de viver sob um regime que oiça os vossos desejos, respeite os vossos talentos e vos permita construir uma vida melhor."
(Bush, num discurso no Abu Dhabi onde procura apoio árabe para uma eventual intervenção no Irão).
“O Povo Português é uma criança. Nunca sabe quando há-de rir ou chorar.”
(Marquês de Pombal, após tomar conhecimento dos festejos populares em honra da prisão e condenação à morte dos Távoras).
Duas frases de dois homens completamente diferentes, em épocas tão diferentes.

(Estátua às Ciências Matemáticas no jardin Laleh em Tehran)
A primeira dita por Bush, seguramente sob orientação de um dos seus assessores ou secretários. Não o estou a ver com capacidade para que esta máxima lhe saia espontaneamente. Só com muito treino. E mesmo assim.....
Que os Iranianos são um povo de cultura, inteligente e talentoso, não tenho qualquer dúvida.
Conheço-os; ao povo e à sua terra. Tenho esse previlégio!
Que necessita urgentemente de mudar para um regime que respeite esses predicados e que lhes permita construir uma vida melhor com base no impressionante valor histórico e poderio tecnológico adquirido, disso também não tenho dúvida.
Mas não necessitam seguramente da “ajuda Bush” nem do seu “we use the force“ para nada.
A solução está lá dentro e é em casa que se resolvem as contendas familiares.
Segundo o que sei, tudo se parece encaminhar para esse ponto. Questão de tempo, nada mais!
Não há mal que sempre dure nem bem que nunca acabe.
As “ajudas” do benfeitor Bush são tão más que só servem para demonstrar o que não se deve fazer. É só verificar os exemplos bem presentes!

(Estátua do Marquês de Pombal em Lisboa)
Vamos ao segundo; Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal.
Sempre me impressionou este homem e sempre o vi como o que de melhor nasceu no Portugal de todos os tempos. Uma figura muito para além do Vulgaris de Lineu, tanto Lusitano como Europeu.
Céus. Como é possível, alguém ter vivido no Século XVIII, ser presentemente tão necessário e estar tão actualizado neste confuso início de Século XXI?
Certo que representou uma corrente filosófica algo violenta; o Despotismo Iluminado. Mas quanta evolução tecnológica e cultural não trespassou Portugal durante os anos em que foi Secretário de Estado do Reino de D. José I.
Ao invés, quanta melancolia, atraso e tristeza se lhe seguiu após a morte do Rei D. José e sua exoneração às mãos da Rainha D. Maria I, a beata, a louca.
Confrontemos agora, como conclusão, as frases de cada um deles sem se pensar na diferença temporal existente;
• Por um lado alguém que de fora, pretende utilizar as riquezas do Irão (petróleo), mas reconhece-lhes, obviamente com segundas intenções, valor em cultura e em talento, mau grado sabermos que entre este reconhecimento e o dar ordens para lançamentos de mísseis sobre cidades iranianas vai uma distância muito curta.
• Por outro uma frase de alguém que conhecendo bem demais os sentimentos do seu Povo porfiou no Século XVIII para que o Portugal atingisse rapidamente patamares de desenvolvimento próximos dos países do Norte da Europa.
Dois séculos após essa fase de Iluminismo na nossa História, continuamos a ver os navios passar no horizonte, sem procurar cortar uma árvore para fazer um barco ou aprender a nadar, sempre à espera que alguém de longe nos venha buscar ou nos mande um cabo para nos rebocar.
Realmente não são SÓ os governos que fazem os países; mas em democracia são os POVOS que elegem esses governos. E quantas vezes mal! Mas são eles e mais ninguem!
(Bush, num discurso no Abu Dhabi onde procura apoio árabe para uma eventual intervenção no Irão).
“O Povo Português é uma criança. Nunca sabe quando há-de rir ou chorar.”
(Marquês de Pombal, após tomar conhecimento dos festejos populares em honra da prisão e condenação à morte dos Távoras).
Duas frases de dois homens completamente diferentes, em épocas tão diferentes.

(Estátua às Ciências Matemáticas no jardin Laleh em Tehran)
A primeira dita por Bush, seguramente sob orientação de um dos seus assessores ou secretários. Não o estou a ver com capacidade para que esta máxima lhe saia espontaneamente. Só com muito treino. E mesmo assim.....
Que os Iranianos são um povo de cultura, inteligente e talentoso, não tenho qualquer dúvida.
Conheço-os; ao povo e à sua terra. Tenho esse previlégio!
Que necessita urgentemente de mudar para um regime que respeite esses predicados e que lhes permita construir uma vida melhor com base no impressionante valor histórico e poderio tecnológico adquirido, disso também não tenho dúvida.
Mas não necessitam seguramente da “ajuda Bush” nem do seu “we use the force“ para nada.
A solução está lá dentro e é em casa que se resolvem as contendas familiares.
Segundo o que sei, tudo se parece encaminhar para esse ponto. Questão de tempo, nada mais!
Não há mal que sempre dure nem bem que nunca acabe.
As “ajudas” do benfeitor Bush são tão más que só servem para demonstrar o que não se deve fazer. É só verificar os exemplos bem presentes!

(Estátua do Marquês de Pombal em Lisboa)
Vamos ao segundo; Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal.
Sempre me impressionou este homem e sempre o vi como o que de melhor nasceu no Portugal de todos os tempos. Uma figura muito para além do Vulgaris de Lineu, tanto Lusitano como Europeu.
Céus. Como é possível, alguém ter vivido no Século XVIII, ser presentemente tão necessário e estar tão actualizado neste confuso início de Século XXI?
Certo que representou uma corrente filosófica algo violenta; o Despotismo Iluminado. Mas quanta evolução tecnológica e cultural não trespassou Portugal durante os anos em que foi Secretário de Estado do Reino de D. José I.
Ao invés, quanta melancolia, atraso e tristeza se lhe seguiu após a morte do Rei D. José e sua exoneração às mãos da Rainha D. Maria I, a beata, a louca.
Confrontemos agora, como conclusão, as frases de cada um deles sem se pensar na diferença temporal existente;
• Por um lado alguém que de fora, pretende utilizar as riquezas do Irão (petróleo), mas reconhece-lhes, obviamente com segundas intenções, valor em cultura e em talento, mau grado sabermos que entre este reconhecimento e o dar ordens para lançamentos de mísseis sobre cidades iranianas vai uma distância muito curta.
• Por outro uma frase de alguém que conhecendo bem demais os sentimentos do seu Povo porfiou no Século XVIII para que o Portugal atingisse rapidamente patamares de desenvolvimento próximos dos países do Norte da Europa.
Dois séculos após essa fase de Iluminismo na nossa História, continuamos a ver os navios passar no horizonte, sem procurar cortar uma árvore para fazer um barco ou aprender a nadar, sempre à espera que alguém de longe nos venha buscar ou nos mande um cabo para nos rebocar.
Realmente não são SÓ os governos que fazem os países; mas em democracia são os POVOS que elegem esses governos. E quantas vezes mal! Mas são eles e mais ninguem!
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