Fallece Tony Nicklinson

Fallece Tony Nicklinson, británico con parálisis que luchó por su derecho a morir
El Pais 22/08/2012


Tony Nicklinson: morreu o homem que pedia para morrer
22.08.2012 - 12:57 Por PÚBLICO


Num Mundo cão onde até o direito a uma Morte com Honra é contestado e proibido em defesa de leis malditas, sem qualquer sentido humanitário, a Natureza e só Ela que não permite "alongamentos" artificiais do sofrimento desumano, fez finalmente a vontade a Tony Nicklinson.

Pequenino o homem que com suas leis terroristas e vis nega um sentido e profundo desejo a um ser em atroz sofrimento.

Mais facilmente reconhece sem pestanejar o direito a julgar ao fuzilamento homem ou mulher que um pedido de piedade de quem não deseja passar por esta vida mais sofrimento.

Que Tony Nicklinson descanse agora em Paz. O martírio desta vida vivida como ele a viveu acabou!

Que se atormentem agora os crentes em deuses malditos e pequenos alimentadores de princípios sem princípio.

Um dia queiram ou não, teremos direito a exigir aquilo que há de mais certo e que não nos assusta; Morrer quando queremos, com Honra.
E não a verem-nos morrer aos bocados.

Domestic drones spying on Americans?

Govt. documents:
Domestic drones for spying on Americans
PressTV 22/08/2012

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No confidence indoors!!!!
Symptom of weakness, fear or tendency to dictatorship?

Cegueira fatal?

Visão para a cegueira israelita.
20.08.2012 - 18:37 Por Dominique Moïsi
Público 22/08/2012


Belo artigo!
Bom demais para ser verdade se transferirmos a realidade do que o autor se apercebeu no Hospital Hospital Hadassah em Ein Kerem para as ruas de qualquer cidade Israelita, onde o apartheid é uma constante vergonhosa.

Seria bom que assim fosse em toda a parte; sinais confortantes e promissores que encontrei desde há muitos anos, em toda aquela região. Cidadãos árabes de Israel – isto é, médicos e enfermeiros palestinos – tratavam de pacientes judeus e árabes. Médicos e enfermeiros israelitas atendiam às necessidades de árabes. (sic) .

Cá fora a realidade é completamente diferente.
Actualmente, a maioria dos israelitas acredita e sabe bem que a sua geração não verá uma solução pacífica.
Impossível com tanta intolerância e tanto desprezo pelo próximo.

Quanto aos palestinos, o impasse político e a ocupação israelita em curso conduziram à radicalização: se não podem ter "alguma coisa", querem ter tudo.
E estão no seu inteiro direito quando lhes roubaram tudo inclusive a própria razão de existir.

Dominique Moïsi apresenta neste artigo uma visão airosa e bem diferente de tudo aquilo que nos "enfiam" pelos olhos dentro, sejam Palestinianos e seus apoiantes ou Israelitas e seus falcões.

Um dia alguem vai ter de ceder, ser destruido ou desaparecer.

A lógica é que aquele que vive no seio do medo e necessita da força para se impor mais tarde ou mais cedo cai.
Não há bem que sempre dure.

Quanto ao outro que sempre viveu num ambiente de opressão, nada terá a perder.
Nem a vida que bem pouco vale quando se vive sob tirania.
Não há male que dure eternamente.

Sendo assim está tudo dito.

São horas agitadas

São horas agitadas.  Na sucessão de comunicados de imprensa, imagens e declarações belicosas, o único elemento que parece emergir na históri...

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