"SE NÃO MORRERMOS BOMBARDEADOS PELAS CONSTANTES MENTIRAS DOS MEDIA, VAMOS MORRER NA IGNORÂNCIA DOS QUE OS ALIMENTAM".

domingo, setembro 28, 2014

Lisboa meu amor!

há muito que me desviei do meu blogg.
Não que me sinta afastado do que leio, vejo, sinto!
Só que cada vez mais a incerteza de um futuro relativamente calmo, tem diminuído e simultaneamente me coloca questões às quais Eu não me vejo com vontade nem com paciência das as encarar, quanto mais analisar.


Tem sido difícil saber viver com "aquilo" e com "quem" nos rodeia e para ser sincero não tenho o estofo de "democrata" que alguns me dizem ser necessário ter. Se calhar nunca tive, se calhar nunca o compreendi ou se calhar esses princípios na prática não existem.


E aí, chego à conclusão (terei chegado muito anteriormente mas sempre procurei não aceitar essas premissas) que não me revejo naquilo a que uns quantos girinos e figurões chamam de "democracia".
Não, para mim não é o melhor dos maus regimes. Para mim é mesmo o pior dos regimes, simplesmente pelas mentiras que nos são impostas como "verdadeiras e solenes".


Dito isto e no meio desta época de angústia e alguma intolerância que nos abala e atormenta, dei por mim a tirar e a recolher uma série de fotografias charmosas da minha linda cidade de Lisboa.
Pelo menos e temporariamente, fez-me algo feliz, no pouco tempo em que dediquei à pesquisa destas fotos obtidas por mim.


Confesso que muitas vezes me esqueço e nem ligo às belezas que esta cidade tem.
Mas é única no Mundo pela sua arquitectura, pela sua luz, pelos seus habitantes, no fim por tudo aquilo que nos rodeia e que a define como uma das mais belas e únicas cidades do Mundo.

E de tão belo nos parecer, acordamos repentinamente como algo que nos arrebata e nos indica um quase paraíso terreno desta vida ultimamente tão degradada, com que os malditos "senhores" donos deste País, desta maldita Comunidade Europeia de fascistas e deste Mundo tão cão, nos atormenta e atrofia.


E não é que estes poucos exemplos aqui colocados, representam algo tão Lisboeta que só de os olhar fazem-me comover e idealizar tempos diferentes ou então definidos bem à minha maneira, onde penso Eu, a vida seria mais bela, mais cooperante e mais solidária.






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