"SE NÃO MORRERMOS BOMBARDEADOS PELAS CONSTANTES MENTIRAS DOS MEDIA, VAMOS MORRER NA IGNORÂNCIA DOS QUE OS ALIMENTAM".

domingo, agosto 24, 2014

Artigo de opinião tendencioso e até algo falso.


Europa: o mundo está a entrar-lhe pela casa dentro sem pedir licença.
A Europa joga o seu futuro na forma como agir na Ucrânia e no Médio Oriente. Deixou de poder ignorar o mundo. Mas ainda não sabe como pode lidar com ele. A Alemanha, pelo menos, já mudou.
Público 24/08/2014


Confesso que após ler o que esta senhora Teresa de Sousa escreve, fiquei revoltado!
Não pela sua opinião retardada que se baseia naquela arrogância europeia, hoje cada vez mais sem sentido, fruto de um saudosismo colonial inícios de século XX.

Mas contive-me, embora tenha detectado logo nos primeiros parágrafos uma colossal mentira, coisa a que alguns poderão chamar visão por outro prisma. Mas não é! É mesmo aquela mentira bem à europeia!

Que todos nós saibamos foi a Geórgia que iniciou a guerra contra as populações russófonas da Ossétia do Sul e não os Russos que invadiram a seco a Geórgia.
Toda a gente sabe e se lembra desse facto. Provavelmente TS é que não queria que se soubesse que foi assim pela simples razão que existem paralelismos com o recente caso da Ucrânia.
Compreende-se!

Embora se trate de um artigo de opinião, só não vê quem não quer a tendência que esta senhora cronista tem em impor uma visão do Mundo com cores leves de uma Europa que na realidade nunca foi colorida, rejeitando tudo o que para lá deste continente, hoje à deriva, possa evidenciar avanço económico, social e político.

Para esta senhora a Europa deveria continuar a ditar "leis" e "exemplos" que se têm demonstrado bem amargos e contraproducentes.

Só que o Mundo no seu todo, tem a agradecer que exista uma China, uma Rússia, uma Índia, um Brasil, um México, eventualmente um futuro Irão, toda uma América do Sul que aos poucos demonstrem poder, quer queira TS ou não, sobreporem-se às habituais regras europeias de arrogância desmedida.

E é bom lembrar que o que tem salvo a Europa dessa continua e desproporcionada atitude de revoltante arrogância é a sua dependência militar dos EUA, mais nada.

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