"SE NÃO MORRERMOS BOMBARDEADOS PELAS CONSTANTES MENTIRAS DOS MEDIA, VAMOS MORRER NA IGNORÂNCIA DOS QUE OS ALIMENTAM".

quinta-feira, março 27, 2014

Já se estava à espera!

Empréstimos à Ucrânia dependem de austeridade "impopular e dura".
Fundo Monetário Internacional chegou a acordo para transferir um máximo de 18 mil milhões de dólares para Kiev, mas Governo interino tem de aplicar medidas rejeitadas pelo Presidente Viktor Ianukovich, como aumento do preço do gás.
Público 26/03/2014


Tudo isto já era espectável.
Só os tolos ou os maus de sentimento (onde se arrumam interesses tenebrosos) é que podiam apoiar o caos em que enfiram a Ucrânia.
Dá vontade de dizer; agora desenmerdem-se porque foi isso que pediram.
Não tardará muito, quando os já baixos rendimentos da população ucraniana baixar para valores inferiores a metade do que hoje auferem, comecem a berrar pela Rússia e por Putin. Vamos apostar?


A customer and street vendor are seen before the background of an outdoor ad with an image of the Ukrainian hryvnia and U.S. dollar bank notes in central Kiev (Reuters / Anatolii Stepanov)

É que a Democracia só existe quando há dinheiro e apoios sociais, obviamente suportados por um Estado bem administrado.

Por mim, prefiro de longe ter comer na mesa e trabalho todos os dias num País cujas ditas liberdades são enviesadas, do que andar a berrar por "democracia", virar e pegar fogo a carros, assaltar Ministérios, armar-me em sniper e atingir tanto polícias como apoiantes da dita "revolução", para mais tarde ou mais cedo ir comer à sopa dos pobres, ou dormir debaixo de uma ponte por ter abraçado uma causa antecipadamente perdida como, pelos vistos, será a que os novos tratantes que governam a Ucrânia mais os respeitadores dos Direitos Humanos Ocidentais, apoiantes deste caos que criaram, tanto apregoam!

A minha ante visão para um País como aquele é que separem o Leste, da orgia de tarados em que se vai tornar o Oeste da Ucrânia.
Se quanto ao primeiro a absorção pela Rússia será evidente e até desejável, o Oeste incluir-se-à na Polónia para aumentar a confusão desta desgraçada Comunidade Europeia.

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